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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Feliz ano novo!...



Com muito carinho e esperança no coração!
Que o amor, a paz e a felicidade façam parte da vidas de todos neste novo ano que agora se inicia.


Boas Festas!!!!

para todos os seguidores do Prof-Folio!

A música da nossa vida...

Comedy Football 2012

Grandiosa história universal das traquitanas


Fonte: Rádio Comercial

O meu Sporting não é igual ao teu...

O meu Sporting, definitivamente não é o mesmo do que o de alguns sportinguistas. Escrevo sportinguistas com letra pequena porque acho que o merecem.
O meu Sporting não chega ao final do ano arredado de toda e qualquer competição e a lutar para não descer de divisão.
O meu Sporting não dá a braçadeira de capitão a um qualquer estrangeiro com 6 meses de casa e que não é exemplo nem para ser líder de um grupo de escuteiros.
O meu Sporting não tem dirigentes cobardes que saem pela porta dos fundos para não enfrentarem os adeptos.
O meu Sporting definitivamente não é isto.
O vosso, de alguns de vocês, é!
Quando dizemos que o Sporting tem os melhores adeptos do mundo eu não concordo. O Sporting tem ALGUNS dos melhores adeptos do mundo mas também tem alguns dos piores. Quem apoia isto, quem vota nestes, tem o Sporting que merece.
Se fossemos os melhores adeptos do mundo não votávamos em ladrões, não colocávamos no poleiro quem ao longo dos anos provou não ter competência para liderar o clube. Os Sportinguistas que votaram nesta corja não podem continuar a usar a desculpa do “não sabíamos”, “fomos enganados”. Não, não foram enganados. Votaram em consciência e com profundo conhecimento do que estavam a fazer. São 17 anos a votar nestes. Não mintam a vocês próprios.
Estes constantes “erros de casting” chamados de “nomenclatura Roquette” que já cumpriram o desígnio para que foram eleitos, e que era óbvio para que o trabalho (ou terá sido uma missão?) fosse pleno e coroado de êxito: matar por inteiro a auto-estima e o orgulho do clube que eles dizem que é o deles…Esta era a parte de “leão” da missão, claro: o verdadeiro e fundamental assassínio de carácter que minasse e baralhasse por inteiro a capacidade de reacção do clube…e sempre com aquele ar cretino/petulante de quem estava a fazer um grande favor!
Mas há muitos e muitos outros! O que é que os motivou? E porquê?
Então e nada lhes acontece?…ninguém os responsabiliza criminalmente pelo fizeram? Ninguém os obriga a explicarem-se no banco dos réus?
A questão é muito simples e é por aí que me parece que este “pesadelo” tem de ser atacado.
São necessárias respostas em nome de um clube que até há pouco tempo era invejado e respeitado : “Quem são estes personagens?”. “O que é que os motivou?”. “Porque é que apareceram e em nome de quê e de quem?”…”Quem é que esteve por trás deles e os mandou avançar? Porque é que escolheram o Sporting e qual a verdadeira motivação para este ASSALTO?
Este grupo de meninos do coro, divertiram-se à grande, não tenho a mais pequena dúvida…
Então e esta rapaziada entra e sai do Sporting e nada lhes acontece?
Eu já perdi a esperança nos Sportinguistas. Não acredito que seja possível confiar neles. Quem por 17 anos deu guarida a esta gente é tão responsável como eles.

Por isso digo, o meu Sporting é outro, felizmente não o mesmo de alguns de vocês.

Fonte: Nuno Mourão em Sporting Apoio

domingo, 30 de dezembro de 2012

Compilação de desportos radicais (2012)

Perdidos... e sem rumo!

Reza a lenda que ao chegar ao Natal o Sporting cai em desgraça. E este ano as coisas parecem não estar melhor encaminhadas no que à equipa de futebol diz respeito. Mas quando parece que as coisas não podem ficar piores eis que surge mais um capítulo nesta novela leonina.
O futebol que a equipa do Sporting apresenta é o reflexo da desorientação, da ansiedade, da insegurança, do nervosismo, da ambígua barafunda de quem lidera quem, que se infiltrou no grupo dos jogadores.
Os jogadores nesta época e neste curto espaço de tempo já foram “orientados”, por quatro treinadores. Os resultados estão à vista? Desastrosos, os piores de sempre na história do clube.
Os jogadores sentem-se órfãos de liderança, não sabem quem manda. É muita gente a mandar. Não sabem se continuam ou se são dispensados. Outros o que desejam é sair deste filme de terror. Na realidade observa-se que os jogadores não têm confiança, estão desmotivados e sobretudo desorientados!
A falta de vitórias, as contínuas alterações na equipa. Em todos os jogos o Sporting apresenta uma equipa diferente para ver se desta vez é que é? Isto, psicologicamente, é um erro crasso, pois gera um ambiente de desconfiança e de descrédito que despersonaliza os jogadores.
Não admira que no jogo de ontem, para além do excecional Rui Patrício, Ricardo Esgaio fosse o jogador mais calmo, mais confiante e o mais esclarecido. Porquê? Porque entrou recentemente na equipa principal e ainda não está contagiado pela onda de descrédito que afoga mentalmente os seus colegas.
Pede-se aos jogadores que lutem, que tenham atitude competitiva, que corram. Mas eles parecem estar entregues a si próprios, correm mas não sabem para onde devem correr. Cada um tenta jogar individualmente, ignoram o coletivo. Parecem estar perdidos no campo. É urgente que alguém, um guia conhecedor do mapa do futebol, reúna e tranquilize o grupo, e lhe indique o melhor caminho!

É preciso reiniciar a máquina. O Sporting assemelha-se a um computador bloqueado que não dá resposta a nenhuma espécie de comando. O plantel encontra-se num estado deplorável e neste momento não há ninguém que consiga dar a volta. Nem que Godinho Lopes contrate mais dois ou três treinadores de treinadores. Nem que venha o melhor treinador do mundo. A equipa está vazia de ideias e sem a menor força para fazer face à pressão.

Live...

Sting - Live In Berlin (2011)

sábado, 29 de dezembro de 2012

Documentário: História Essencial de Portugal (2)

As apps do ano 2012 (Android)

A Google escolheu uma lista de dez aplicações que considerou como as melhores do ano de 2012 no Google Play, loja de conteúdos para dispositivos Android. Apps como o Pinterest, o Evernote ou o Pixlr Express receberam a distinção da gigante dos motores de busca, mas existem outras menos conhecidas que completam o Best Of de 2012.

"Algumas surgiram em 2012 enquanto outras disponibilizaram atualizações que atingiram uma boa combinação de utilidade, beleza e acessibilidade", explica a empresa de Mountain View na página onde revela as melhores aplicações.

Curiosamente, nenhum jogo teve a "honra" de entrar no top da Google.


Evernote

É uma aplicação de gestão pessoal e organização que permite tomar notas em vários formatos, sejam eles texto, fotografia ou voz. Existe um opção dentro da app que cria uma lista de afazeres e através da disponibilização multi-plataforma, permite aceder às informações em qualquer dispositivo, com todos os dados sincronizados.


Pinterest

Foi a rede social "sensação" de 2012 e conseguiu intrometer-se entre grandes plataformas como o Google+, Twitter e LinkedIn. Baseada no conceito de partilha de imagens, oferece conteúdos para muitas áreas de interesse: noivas, bolos, carros e gadgets. A aplicação foi pensada ao pormenor e além de ser bastante arrumada, consegue ser quase tão atrativa como as imagens partilhadas.


Grimm's Snow White

É um livro interativo que conta a história da Branca de Neve. Completamente adaptado à realidade dos dispositivos móveis, o conto está disponível em várias línguas mas o português não está incluído. A fábula pode ser contada de duas maneiras: em modo tradicional através de leitura própria ou de alguém, ou através da leitura automática que a app disponibiliza. Da lista elaborada é a única que é paga e custa 1,79 euros.


Pocket

Quantas vezes já encontrou um artigo ou um vídeo interessante na Internet mas não teve tempo para ver? Com o Pocket pode guardar conteúdos para ver mais tarde, e a sincronização entre dispositivos, garante que os ficheiros guardados estão sempre disponíveis. Também é possível guardar conteúdos que estejam dentro de outras aplicações.


Expedia Hotels & Flights

Esta aplicação simplifica a consulta e reserva de voos ou hotéis através dos dispositivos móveis. A aplicação oferece ainda descontos em marcações e cupões que diminuem os preços das reservas em hóteis selecionados. É uma app que tem uma maior utilidade em grandes mercados como o norte-americano e o canadiano.


Ancestry

Acompanhe a evolução da família com esta aplicação. O conceito de árvore genealógica é transportada para os dispositivos móveis Android e o utilizador tanto pode atualizar uma rede familiar já existente como criar uma nova. Cada membro da família tem um cartão de identidade que pode ser preenchido e não se esqueça de incluir uma fotografia do membro para que toda a gente saiba quem ele é.


Fancy

É um software móvel que desempenha ao mesmo tempo o papel de revista, lista de desejos e de loja de colecionador. O conceito desta aplicação é levar o utilizador a pesquisar e encontrar objetos que gostasse de ter, de forma organizada e um pouco como o Pinterest, mas com a adição de que podem ser feitos negócios entre as pessoas. Para coleção, para oferecer ou só para ter uma ideia quando a originalidade falta.


SeriesGuide Show Manager

A aplicação que qualquer amante de séries deve ter no dispositivo Android. É possível adicionar o "show" favorito a uma lista de controlo que ajuda a saber quando chegam os novos episódios - ainda que todos os dados sejam referentes ao fuso-horário norte-americano. Existem opções de partilha para outros contactos mas não é possível ver séries a partir da aplicação.


Pixlr Express

Para editar imagens num dispositivo móvel de forma intuitiva. Cortar, redimensionar, remover o efeito olhos-vermelhos e personalizar a fotografia com 600 filtros, são algumas das opções que edição desta app. É possível controlar ainda a iluminação e a focagem dos elementos da fotografia para criar imagens dignas de um profissional.


TED

São mais de 1200 as conferências TED que estão disponíveis na aplicação para Android. Em vídeo ou simplesmente em formato áudio, é possível recordar o que algumas das pessoas mais criativas e mais bem-sucedidas do planeta têm a dizer a futuros empreendedores.

Os leitores podem também partilhar na caixa de comentários as aplicações que consideram como as melhores de 2012 para o sistema operativo Android.

Fonte: tek Sapo

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

As nossas escolhas: Os 10 melhores filmes de 2012

O ano de 2012 trouxe-nos algumas novidades cinematográficas que pessoalmente destacamos!

É evidente que se trata de uma escolha pessoal suscetível de ser mais completa com as vossas contribuições.


Magic Mike (2012)
Género: Comédia, Drama
Realização: Steven Soderbergh
Intérpretes: Matthew McConaughey, Channing Tatum, Olivia Munn, Adam Rodriguez

Links:
www.imdb.com/title/tt1915581


O Hobbit: Uma Jornada Inesperada (2012)
The Hobbit: An Unexpected Journey
Género: Aventura, Fantasia
Realização: Peter Jackson

Intérpretes: Martin Freeman, Ian McKellen, Richard Armitage, Evangeline Lilly, Elijah Wood, Cate Blanchett, Hugo Weaving, Orlando Bloom, Ian McKellen, Christopher Lee, Ian Holm

Links:
www.imdb.com/title/tt0903624

A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2 (2012)
The Twilight Saga: Breaking Dawn - Part 2
Género: Aventura, Drama, Fantasia
Realização: Bill Condon
Intérpretes: Kristen Stewart, Robert Pattinson, Taylor Lautner, Maggie Grace, Dakota Fanning, Nikki Reed,Michael Sheen, Cameron Bright, Mía Maestro

Links:
www.imdb.com/title/tt1673434


Ted (2012)
Género: Comédia, Fantástico
Realização: Seth MacFarlane
Intérpretes: Mark Wahlberg, Mila Kunis, Seth MacFarlane, Giovanni Ribisi, Patrick Warburton, Patrick Stewart,Tom Skerritt, Alex Borstein

Links:
www.imdb.com/title/tt1637725


007 - Operação Skyfall (2012)
Skyfall
Género: Acção, Aventura, Thriller
Realização: Sam Mendes
Intérpretes: Daniel Craig, Javier Bardem, Helen McCrory, Ralph Fiennes, Ben Whishaw, Judi Dench, Naomie Harris, Albert Finney

Links:
www.imdb.com/title/tt1074638

O Fantástico Homem-Aranha (2012)
The Amazing Spider-Man
Género: Acção, Aventura, Fantástico
Realização: Marc Webb
Intérpretes: Andrew Garfield, Emma Stone, Embeth Davidtz, Martin Sheen, C. Thomas Howell, Sally Field, Denis Leary, Campbell Scott

Links:
www.imdb.com/title/tt0948470

Prometheus (2012)
Género: Acção, Terror, Ficção Científica
Realização: Ridley Scott
Intérpretes: Noomi Rapace, Michael Fassbender, Charlize Theron, Guy Pearce, Patrick Wilson

Links:
www.imdb.com/title/tt1446714

The Hunger Games - Os Jogos da Fome (2012)
The Hunger Games
Género: Acção, Drama, Ficção Científica
Realização: Gary Ross
Intérpretes: Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Elizabeth Banks, Woody Harrelson, Wes Bentley, Stanley Tucci,Donald Sutherland, Toby Jones

Links:
www.imdb.com/title/tt1392170


Os Vingadores (2012)
The Avengers
Género: Acção, Aventura, Ficção Científica
Realização: Joss Whedon
Intérpretes: Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Samuel L. Jackson, Gwyneth Paltrow, Paul Bettany

Links:
www.imdb.com/title/tt0848228

O Cavaleiro das Trevas Renasce (2012)
The Dark Knight Rises
Género: Acção, Crime
Realização: Christopher Nolan
Intérpretes: Christian Bale, Liam Neeson, Joseph Gordon-Levitt, Michael Caine, Anne Hathaway, Gary Oldman,Marion Cotillard, Morgan Freeman, Matthew Modine

Links:
www.imdb.com/title/tt1345836

Os melhores apanhados no feminino (2012)

A música do século XXI

Bruno Mars - Locked Out Of Heaven

Boca do Inferno - Ricardo Araújo Pereira


Fonte: Revista Visão

As nossas escolhas: Os 10 melhores discos nacionais de 2012

Fechamos 2012 a recordar o melhor que ouvimos e começamos por arrumar a casa. Não é uma tarefa simples: além de termos ouvido muitos discos nacionais, ficámos com boa impressão de grande parte deles e revelamos agora os nossos 10 favoritos. 

Num ano em que a crise esteve, mais do que nunca, na ordem do dia, ficamos um pouco mais descansados ao olhar para a produção musical nacional. Não que a vida esteja mais fácil para os músicos, mas a diversidade e qualidade das propostas resultou numa das melhores seleções dos últimos anos. Momento de crise, só mesmo quando tivemos de escolher os nossos 10 discos favoritos, que apresentamos abaixo sem nenhuma ordem de preferência.

Como todas as listas pecam por serem incompletas, deixamos o espaço de comentários para eventuais sugestões sobre a música recomendável que se fez por cá ao longo do ano.


Wraygunn - «L'Art Brut» "Shangri-La"

Demorou cinco anos a ter um sucessor, mas um disco como "L'Art Brut" soa-nos a tudo menos ao resultado de um grande esforço. Pelo contrário, aqui tudo nos parece natural e espontâneo, desde o consolidar de uma linguagem sem grande paralelos por cá às histórias que a banda nos conta ao ouvido. E vale a pena esperar tanto por um momento como "Track You Down", com Raquel Ralha a insinuar-se como a melhor femme fatale musical de Coimbra e arredores.


Virgem Suta - «Doce Lar»

"O Galdério", "Bárbara e Ken" ou "Maria Alice" são algumas das figuras que descobrimos no regresso de Jorge Benvinda e Nuno Figueiredo, um "Doce Lar" que de vez em quando se torna amargo ("Exporto Tristeza" também mora aqui). Mas até na amargura os Virgem Suta mantêm o humor, com alguns dos melhores retratos (tão portugueses) que ouvimos este ano. Apesar de pacata, a dupla alentejana sabe que o humor pode ser uma arma e o seu deixa-nos rendidos.


Supernada - «Nada É Possível»

Foram precisos 10 anos para que do estúdio saísse o álbum de estreia dos Supernada. Mas nós perdoamos a demora porque ouvir este disco é ter sempre presente um rock sujo, musculado, com alguns riffs punk, envolvido num ambiente galático criado por sintetizadores e um baixo carregado de groove. E a voz de Manel Cruz, claro, a brilhar alto num ano em que teve, finalmente, o reconhecimento merecido.


Orelha Negra - «Orelha Negra»

Depois de "Orelha Negra" seguiu-se... "Orelha Negra". Mais do mesmo? Só no patamar de qualidade. O segundo disco deste mega projeto é uma celebração constante, como uma noite memorável: brindes, polaroids, juras, vivas a elas... O grupo já deixou a sua marca e o seu estilo já é reconhecido, nada mau para quem só tem quatro anos. Quanto a nós, tem estado sempre no top do que se faz por cá - aliás, do que se faz em qualquer lado...


Norberto Lobo - «Mel Azul»

Que um tipo tímido, magricela, de barba, que não canta e se senta debruçado sobre a sua guitarra acústica para nos mostrar as suas canções sem palavras, a magia das suas melodias e do seu virtuosismo, que esse tipo tenha feito um dos álbuns portuguesas do ano, de seu nome “Mel Azul”, é um dos milagres da música portuguesa de 2012 e um sinal de esperança para o seu futuro. E como é provável que poucos o tenham ouvido, agora é uma boa altura para o descobrir.


David Fonseca - «Seasons: Rising»

Embora encontremos méritos em "Seasons: Falling", é na primeira metade do díptico conceptual de David Fonseca - inspirado pelas estações do ano - que registamos o conjunto de canções mais versátil e contagiante. A sensibilidade pop do cantor de "The 80s" dá-se bem com os ares primaveris e não há como resistir à brisa de "Every time we kiss" ou à ventania de "Armageddon", esta última um dos temas mais efusivos de Little David Boy.


Capicua - «Capicua»

Depois de uma mixtape, lançada em 2008, que despertou atenções de gente como Valete, Ana Fernandes aka Capicua lançou o seu disco homónimo. 2012 viu assim a confirmação de um talento, que veio provar que o rap não é só para homens porque há uma “Maria Capaz” de competir com os grandes nomes da nossa praça. "Capicua" é um disco coeso, repleto de boas canções, verdadeiro nas histórias que conta e tão cru como apaixonante.


António Zambujo - «Quinto»

Em tempos, Alfredo Marceneiro dizia que nunca gravaria um disco, porque o fado era coisa viva que só ao vivo fazia sentido. Património da humanidade, o fado está mais vivo e variado do que nunca e “Quinto”, de António Zambujo, é apenas mais uma prova dessa vitalidade. A química entre os músicos, a poesia das letras, a figura de Zambujo a unir tudo, mostra-nos caminhos para o mais português dos géneros musicais continuar a reinventar-se com qualidade.


Ana Moura - «Desfado»

Ana Moura quis dar um passo em frente na carreira ao enfrentar os puristas do fado. Ainda bem que o fez. Quando pensávamos na fadista, pensávamos em fado tradicional mas já com algumas pontas soltas, com a sugestão de que algo poderia estar a mudar. E foi isso que aconteceu e surpreendeu neste “Desfado”. Ana Moura largou-se das amarras dos cânones e incorporou harmoniosamente elementos de outras sonoridades, como o jazz, muito bem-vindas nos 17 temas do disco. Para continuar...


A Naifa - «Não se deitam comigo corações...»

Depois de um período de luto, o sentimento do fado e a combustão do pós-punk voltaram a encetar uma dança. No primeiro disco d'A Naifa após a morte de João Aguardela, o quarteto surgiu com formação renovada mas a sombra de um dos seus fundadores vinca a poesia noturna cantada por Mitó. As canções, mais despidas, dão outro peso às palavras e da fricção entre texto e atmosfera nascem momentos devastadores como "Émulos".

Fonte: Sapo Música

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

O Natal passou

O Natal passou!

Numa euforia consumista mais moderada. Mas os centros comerciais continuaram e continuam cheios e frenéticos como ovos, sobretudo nos últimos dias. Andaram a queimar os últimos cartuchos antes da execução do orçamento de 2013. Ao longo dos últimos 20-30 anos, os portugueses alimentaram a ilusão de poder consumir à tripa forra como se fossem ricos. Muitos fizeram-no, porque os vizinhos também o faziam, à custa de subsídios e empréstimos, truques e manias, chico-espertices de que a malta é perita. E enfrascaram-se numa percepção de bem-estar que se materializa em coisas e hábitos que se tornaram indispensáveis. O modelo de consumo, o estilo de vida dos centros comerciais, dos bens de luxo (ou a parecer de luxo) e dos automóveis reluzentes inscreveu-se nos genes de muitos portugueses. Quando o rendimento cresceu as pessoas ajustaram depressa de mais os seus hábitos de consumo e queimaram uma margem saudável de poupança porque o futuro era “já” e a prosperidade só podia continuar.

Quando a crise eclodiu (por culpa dos outros, essa entidade esquisita que dá jeito nos momentos de incompreensão ou de reclamação de inocência), quando os impostos subiram, os empregos se esfumaram, os subsídios baixaram e o crédito se fez mais raro, foi uma chatice. Porque custa perder uma certa sensação de conforto e de sucesso. É penoso cortar naquelas redundantes rotinas que se tinham tornado imprescindíveis, os carros substituídos mais raramente, os electrodomésticos que vão à reparação para obter vidas ulteriores, a casa própria substituída pela arrendada, os miúdos que passam para a escola pública, as auto-estradas substituídas por estradas secundárias cada vez mais apinhadas, etc, etc. Porque é preciso resistir, sobreviver, nalguns casos, salvar as aparências. Também há muitos casais jovens a viver de pensões de reforma e a pedir heranças antecipadas e os velhotes que julgavam já ter visto tudo e ainda a missa vai no adro até serem acolhidos na graça do Senhor. E há uns tipos a tresandar a perfume caro, com sapato bicudo, gelatina no cabelo e blusão de cabedal de marca “comme il faut” a passear arrogância e desprezo pelos pobres e falhados.

O País está mal, vai para pior antes de eventualmente melhorar. Estamos no terceiro pacote do FMI depois de 1974. Gastámos rios de dinheiro de fundos estruturais e de crédito externo ao preço da chuva. Não vou mais para trás, mas foram raros os períodos da sua história em que Portugal viveu do que produziu. Talvez o Salazarismo tenha tido esse realismo económico, mas o corolário foi a pobreza e a falta de liberdade, como se “portugueses por sua conta” fosse igual a “pobreza”. Conclusão temerária e triste. A culpa é destes meliantes que nos governaram e governam. Claro, a culpa é sempre desses inúteis que quiseram acelerar irresponsavelmente e incompetentemente a nossa chegada a um patamar superior de abastança. Os portugueses, os outros que se limitaram a votar e que não governam mais nada do que a sua casinha, são vítimas incrédulas e indefesas...

Agora esperemos por um novo Natal cheio de prendas da generosidade externa… Porque a alternativa será durante algumas gerações passar Natais "low cost" para pagar o património de interesse duvidoso que se construiu depressa de mais, como auto-estradas vazias e rotundas caleidoscópicas. É claro que sobra sempre a hipótese de ir à procura do leite e do mel lá fora. De resto, era essa também uma importante válvula de escape do Salazarismo.

Fotografia - Curso de fotografia (4)

Links interessantes...




Comunidade fotográfica alimentada por pessoas criativas em todo o mundo que lhe permite descobrir, partilhar,comprar e vender fotografias inspiradoras.



Mixórdia de temáticas


As nossas escolhas: Os 10 melhores discos internacionais de 2012

Pop-rock, música brasileira, eletrónica... Passámos o ano tendo os discos como companhia habitual e, antes de nos atirarmos às novidades de 2013, louvamos aqueles de que não nos esqueceremos facilmente. Aqui ficam, então, os nossos dez álbuns internacionais preferidos de 2012.


O formato álbum morreu? Numa altura em que a música é cada vez mais portátil e menos dependente do suporte físico, é tentador responder que sim. Por outro lado, ainda continuamos a encontrar artistas - talvez menos do que há uns anos, concedemos - que nos dão vontade de ouvir um disco do princípio ao fim, com um alinhamento coerente, aliciante e nos antípodas de uma playlist em shuffle (que também tem os seus encantos, mas joga noutro campeonato). É deles que nos lembramos no momento de escolher as melhores rodelas musicais que nos chegaram aos ouvidos em 2012, que deixamos abaixo sem nenhuma ordem de preferência.

Como todas as listas pecam por serem incompletas, o espaço de comentários está disponível para outras sugestões.


Caetano Veloso - «Abraçaço»

"Abraçaço" é visto como o último capítulo da trilogia de Caetano Veloso com a Banda Cê, coletivo de jovens artistas que deram uma nova cara à música do cantor e compositor brasileiro. A saga não poderia ter terminado de melhor forma, num álbum que supera os dois anteriores ("Cê" e "Zii e Zie"). "Abraçaço" são 11 faixas com momentos de euforia, reflexão, alegria e tristeza sempre assentes no universo poético inimitável de Caetano.


Mark Knopfler - «Privateering»

Considerado por muitos que o seguem desde os tempos dos Dire Straits um dos grandes génios da guitarra, Mark Knopfler continua a deitar cartas.
Depois de seis álbuns a solo sempre com uma qualidade ímpar, o sucessor de Get Lucky, lançado em 2009 é Privateering.
Mark já tinha avisado que conforme o avançar da idade ia ter tendência a escrever mais, talvez por pânico. Dessa vontade desenfreada de escrever e compor surgiu este novo álbum.
Knopfler pega na guitarra como se de um pincel se tratasse e faz-nos desenhar verdadeiros quadros mentais.
Uns têm molduras verdes e são sobre natureza - “Redbud Tree”, outros são pinturas com muito saudosismo à mistura – “Miss You Blues“ e “Go, Love”, outras são sombrias - “Yon Two Crows”. Seja sobre o que for não há dedos a apontar à grande originalidade das letras e arranjos deste cantor.


Muse - «The 2nd Law»

O sexto álbum dos Muse, apanhou-nos de surpresa. Muitas das canções não eram as que poderíamos esperar encontrar num álbum da banda, e não só pelas influências dubstep. Como sempre, meio mundo gostou, meio mundo odiou. Nós gostámos e muito. É um disco experimental, eclético e com uma grandiosidade que cresce a cada audição. Se queremos que Muse volte a soar a Muse? Sim, mas até lá estaremos à espera para ver “a segunda lei” ao vivo.


Norah Jones - «...Little Broken Hearts»

Norah Jones deixa claro que há muito para desbravar para lá do registo meloso dos primeiros discos. Ao quinto, faz parelha com Danger Mouse na construção de temas à volta do amor e da desilusão. É o disco que nos dá um dos temas mais certeiros na dose de doçura e crueldade de sempre. Em “Miriam”, Norah Jones canta para a rapariga com quem o namorado a traiu. A doce Norah nem é destas coisas, mas embala Miriam até à morte, à vingança, ao ajuste de contas. Até ao fim.


Patti Smith - «Banga»

Aos 65 anos, Patti Smith continua feliz e inspirada a descobrir livros novos, quadros, lugares, amigos, filmes, saudades, viagens e a pôr tudo em música arrumada num álbum. E que bom para nós que gostamos dela. “Banga” é um diário de eventos e acontecimentos dos últimos anos da sua vida, variado na inspiração, coerente no som (mesmo indo do rock à balada à spoken word), com uma simplicidade desarmante nos arranjos e na construção musical. Ouçam e aprendam.

Battle Born

The Killers - «Battle & Born»

Nos últimos anos, poucas bandas de rock cresceram tanto O talento para compor e fazer arranjos perfeitos de músicas que serão sucesso nas rádios e em festivais continua. "Flesh and Bone", "Runaways", "Battle Born"e "The Rising Tide" são exemplos perfeitos disso. Refrões simples, bons backings vocals e a combinação de guitarras, teclado e sintetizadores, que já dava certo há oito anos, é repetida de forma rigorosa.

Led Zeppelin – “Celebration Day” (Atlantic, 2012)

Led Zeppelin - «Celebration Day»

Por uma noite e apenas uma noite só, os veteranos mostraram ao mundo que mesmo com os cabelos grisalhos e algumas rugas ainda era possível dar um ar da sua graça. Duas horas de pura magia nostálgica que fizeram o relógio andar para trás umas boas décadas.
Para Robert Plant, Jimmy Page, John Paul Jones foi uma boa maneira de fechar o livro. Depois da morte de John Bonham, nada melhor que convidar o filho deste, Jason para ocupar o lugar do pai. E o rapaz não ficou mal na fotografia.

Blunderbuss

Jack White - «Blunderbuss»

Após moldar e influenciar o rock da década passada, com os dez ótimos discos lançados pelo trio de bandas que liderou (ou co-liderou), Jack White finalmente optou por lançar seu primeiro trabalho solo, Blunderbuss.
O ponto de partida para analisar uma obra deste tipo costuma ser a sua comparação com o restante da discografia do artista em questão. Assim, logo na primeira audição, Blunderbuss deixa claro que não pode ser descrito como um simples ponto médio entre os três antigos grupos de White, mas também não foge daquilo que já foi ouvido neles. Sonoramente, está mais próximo do The Raconteurs, tanto pela instrumentação (guitarra, baixo, bateria, piano), quanto pelo rock setentista influenciado pelo country.

Dead Can Dance   “Anastasis” (PIAS Recordings, 2012)

Dead Can Dance - «Anastasis»

Enquanto estiveram juntos sob a capa dos Dead Can Dance, Bredan Perry e Lisa Gerrard assinaram alguns dos melhores momentos da pop erudita mesclada com as raízes étnicas da World Music. Misturando sintetizadores talhados para recriar ambientes soturnos com ritmos africanos, cantos gregorianos, a mitologia folk celta e onde cabiam também alguns mantras da música oriental, o duo Australiano, foi o expoente daquilo que se pode chamar de “World Fusion New Age”. Ou algumas cabeças mais entendidas houve quem os catalogasse de um estilo chamado: “dream pop”.
É correto afirmar que” Anastasis” é uma progressão lógica dos álbuns da banda editados entre 81 e 96. Eles não trazem nada de novo, antes pelo contrário eles retomam normalmente o seu percurso musical. Simplesmente imperturbáveis.

Leonard Cohen - Old Ideas [leia a crítica da BLITZ 68] -

Leonard Cohen - «Old Ideas»

Continua intacta, a suavidade das canções faladas do canadiano sedutor. Podem ser velhas ideias, mas a nós soam-nos a imagens frescas.
A voz conspícua e sussurrada, raras vezes pesarosa, continua a ter a capacidade de fazer tremer pernas - e paredes - e o respeito com que trabalha as palavras permanece admirável.

Cinema Paraíso: Jack Reacher

Jack Reacher (2012)

Detalhes

Ano: 2012
Género: Acção, Crime, Drama
Realização: Christopher McQuarrie
Intérpretes: Tom Cruise, Richard Jenkins, Rosamund Pike

Sinopse

Quando um homem armado mata cinco pessoas com seis tiros, todas as provas apontam para um suspeito colocado em custódia. No interrogatório, o suspeito fornece uma única nota: “Tragam o Jack Reacher!” Assim começa uma extraordinária perseguição pela verdade, colocando Jack Reacher contra um inesperado inimigo, com habilidade para a violência e um segredo a manter.

Links
www.imdb.com/title/tt0790724

Trailer




300 filmes num só (2012)

2012 está quase a acabar!
Os Maias lá se enganaram e o mundo não acabou!
O Natal já passou e estamos mesmo na recta final de um ano… atípico devido a crises e afins.
Mas no que toca ao cinema o ano de 2012 foi bastante produtivo. Para celebrar o facto temos para partilhar convosco um vídeo que mistura os 300 filmes mais marcantes deste ano!


Os sete minutos que compõem este vídeo impressionam pela quantidade de pedaços de filme e pela qualidade da montagem final. As sequências de cada filme são mesmo muito curtas mas mesmo assim permitem-nos reviver algumas cenas que nos marcaram ou descobrir filmes que ainda não vimos.

Aqui fica o vídeo, para vossa plena apreciação. E enquanto o vêm pensem na resposta que vão colocar nos comentários a esta pergunta: qual o filme que mais vos marcou em 2012?

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

10 dicas para melhorar a utilização do Windows 8

O Windows 8 foi lançado há pouco tempo, sendo já um verdadeiro caso de sucesso. É assim oportuno a apresentar aqui algumas dicas, para uma melhor adaptação a este sistema operativo.

1. Como se desliga o Windows?


Antes, talvez seja boa ideia explicar o porquê da Microsoft praticamente esconder a opção de desligar o sistema. Por quê? Porque ela não faz muito sentido em equipamentos modernos — tablets e ultrabooks em especial. Tablets quase nunca são desligados, ficam em modo suspenso e voltam num piscar de olhos. O mesmo é válido para ultrabooks. Mesmo em desktops antigos não é preciso apelar para o “Desligar”; use a hibernação, ou desligue apertando o botão (físico) do seu computador. É mais prático de diversas formas.

Mas se ainda assim quiser desligar, a opção continua a existir. Com o rato, posicione o cursor num dos cantos da tela à direita e arraste-o para baixo; com um écrã sensível a toques ou usando um touchpad atualizado, arraste o dedo da borda direita para dentro. Isso ativará a Charm Bar, uma coluna lateral com cinco ícones. Clique no “Configurações” e ali está, a opção “Ligar/Desligar”. Ela expande um menu suspenso onde aparece o “Desligar”. Clique e diga adeus ao Windows - até ao próximo arranque.

2. Organize o écrã Inicial

O écrã Inicial é o novo menu Iniciar. Ele é mais visual, ocupa o écrã todo e traz os apps representados por blocos (“tiles”), alguns deles dinâmicos (“live tiles”). Instale um app, seja na Área de Trabalho, seja da Loja de apps, e uma entrada será acrescentada ali. Vários apps depois, estará uma bagunça.
Calma, pode-se arrumar tudo muito bem!

Com o rato, clique com o botão esquerdo e arraste um bloco para reposicioná-lo. Se você o largar na interseção entre dois grupos de blocos, um novo (grupo) é criado. Pode criar quantos quiser, sem problema. Com o dedo, basta segurá-lo em cima do bloco e puxar para baixo, sem o tirar do écrã. O resto é igual.


Para gerir grupos de apps, use o zoom semântico, uma espécie de visão panorâmica disponível em várias partes do Windows 8 e em muitas apps também. Com o rato, clique no botão de “menos” no canto inferior direito ou prenda a tecla Control rolando a rodinha do mouse; com o dedo ou touchpad, faça o universal movimento de pinça. Os grupos ficarão pequenininhos e poderá reordená-los como quiser arrastando para lá e para cá. Nesse modo de visão, ainda, é possível batizar os grupos — ative o menu inferior (botão direito do rato ou toque e segure com o dedo) e, lá, clique em “Nome do grupo”.

Lembre-se, ainda, que é possível desafixar blocos da Tela Inicial. Se você nunca usa o app Finanças, por exemplo, selecione-o e, no menu inferior, clique em “Desafixar da Tela Inicial”.

3. Pesquisa em todos os lugares

Todos os Charms são contextuais, ou seja, eles se adequam ao app que estiver sendo usado. O de pesquisa não foge à regra. Se você o ativar (experimente o atalho Winkey + Q) a partir da Área de Trabalho ou no Écrã Inicial, a pesquisa será por apps instalados. Esse é um dos três contextos padrões/globais do sistema; além dele, há também um para configurações e outro para ficheiros.

Abaixo desses três terá vários ícones de apps. Selecionando um deles, basta fazer uma pesquisa para abrir o app diretamente nos resultados da consulta. É prático e economiza muito tempo, já que se abre a app desejada.

Para facilitar ainda mais, é possível remover apps que você não usa e fixar, no topo, os mais requisitados. Com o Charm “Pesquisar” aberto, clique com o botão direito do mouse (ou segure e dê uma puxada com o dedo) no app desejado; um menu surgirá, com as opções “Ocultar” e “Fixar”. Você sabe o que fazer. Para reverter as apps ocultas, entre nas configurações do Windows 8, depois em “Pesquisar” e reative o que quiser.

4. Altere os apps padrões


Vídeo, Música e outros apps padrões talvez não façam muito sentido para quem passa a maior parte do tempo na Área de Trabalho. Se esse for o seu caso, talvez prefira o Windows Media Player, VLC, SMPlayer, essas coisas mais… “antigas”. Acredite: é bem mais cômodo - embora bonitões, os apps modernos padrões são bem fraquinhos de recursos.

A primeira vez que se abre um formato de ficheiro, uma notificação surge perguntando se quer alterar a app padrão. Altere ali mesmo. Se por qualquer motivo, por exemplo não tiver instalado o app substituto ainda, não rolar, faça o seguinte depois: encontre algum arquivo do formato desejado no Explorador de Arquivos, clique com o botão direito nele, aponte para “Abrir com…” e clique em “Escolher programa padrão…” Um menu suspenso surgirá. Marque a caixa “Use este aplicativo para todos os arquivos [extensão]” e clique na app desejada.

5. Screenshots automáticas

Finalmente, finalmente o Windows grava screenshots diretamente numa pasta qualquer — no caso, a “Capturas de Tela”, dentro da biblioteca “Imagens”. Como? Segure a tecla Winkey e aperte a Printscreen. A tela piscará e a imagem da tela será guardada automaticamente, no formato PNG, na referida pasta. Simples assim.

6. Novas teclas de atalho

Nós adoramos teclas de atalho. Elas agilizam tanto o trabalho, minimizam o uso do mouse ou touchpad, tornam o dia a dia mais produtivo. O Windows 8 ganhou várias novas. Confira algumas:
Winkey + Tab: abre aquela lista de apps abertos à esquerda;
Winkey + C: abre a Charm Bar;
Winkey + I: abre o Charm “Configurações”;
Winkey + D: volta à Área de Trabalho. Se já estiver nela, minimiza todas as janelas;
Winkey + . (ponto final) ou Winkey + Shift + . (ponto final): ativa o Aero Snap moderno para a esquerda e a direita, respectivamente.

7. Entre diretamente na Área de Trabalho

Se realmente não suporta o novo Écrã Inicial, não tem problemas: o seu uso “moldará” o sistema para a ver pouco. Mas mesmo o mais ferrenho old school ainda se deparará com a nova encarnação do menu Iniciar na inicialização. Isso, claro, até aplicar esta dica.

Entre na pasta Windows e faça uma busca por “show desktop”. Apenas um resultado surgirá, um atalho. Copie-o para a seguinte pasta:

C:\Users\USUÁRIO\AppData\Roaming\Microsoft\Windows\Start Menu\Programs\Startup

Feito isso, na próxima inicialização o sistema entrará diretamente na Área de Trabalho. Écrã Inicial, só se você esbarrar sem querer na Winkey.

8. Três tipos de login

Além do login tradicional, usando uma senha, o Windows 8 traz dois outros formatos, a senha com imagem e o PIN.


A senha com imagem consiste em uma imagem (d’oh!) que recebe três gestos do usuário — os gestos podem ser linhas retas, círculos ou toques simples. É uma forma mais simples, ótima para telas sensíveis a toques. A outra forma é o PIN — um código de quatro números, similar ao bloqueio existe no iOS.

Essas modalidades estão nas configurações, na aba “Usuários”. Você pode configurar as três simultaneamente e, na tela de login, escolher a que quer usar.

9. Sincronize tudo


A Microsoft encoraja fortemente os usuários a fazer o login no sistema usando suas Contas Microsoft (ex-Windows Live IDs). As maiores vantagens são a possibilidade de baixar e comprar apps da Loja e a sincronia de configurações. Vale, muito, para essa última.

Nas configurações, clique em “Sincronizar suas configurações.” Ali é possível passar o pente fino no que será sincronizado ou não. Alguns exemplos? Estética (papel de parede, esquema de cores, imagens etc), idioma, informações do Internet Explorer (histórico, senhas) e configurações de algumas apps. As mudanças surtem efeito em tempo real e estendem-se automaticamente para todos os computadores usados com a mesma conta. É lindo de ver tudo mudando em tempo real.

10. Windows novo de novo

Não é preciso mais reinstalar o Windows para resolver problemas de lentidão ou mal funcionamento. O Windows 8 traz dois recursos legais que voltam o sistema ao estado de recém-instalado. É bem fácil usar e ambos estão nas configurações, aba “Geral”.

O “Atualizar PC sem afetar os arquivos” é uma mão na roda para resolver eventuais problemas de desempenho ou estabilidade do equipamento. Para casos mais graves, ou para quando o usuário quiser uma solução mais drástica (para vender ou doar um tablet que vinha usando, por exemplo), a seguinte é mais recomendada. Clicando em “Remover tudo e reinstalar o Windows”, é exatamente isso que o sistema fará: ele eliminará todas as apps, recentes ou antigas, arquivos e configurações, e trará o Windows de volta ao estado original de fábrica.

Fonte: Gizmodo