Pub

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

A música do século XXI

Palma Violets - Step Up For The Cool Cats

Links interessantes...


Numa parceria entre a Microsoft e a Atari foram lançadas novas versões em HTML 5 dos seguintes jogos clássicos de computador: Asteroids, Combat, Centipede, Lunar Lander, Missile Command, Pong, Super Breakout e Yar's Revenge.

http://www.atari.com/arcade#!/arcade/atari-promo

A Moralidade pública degradada

As crianças ficam todas contentes quando encontram na praia alguns calhaus coloridos; nós preferimos enormes colunas variegadas, importadas das areias do Egipto ou dos desertos do Norte de África para a construção de algum pórtico ou de um salão de banquetes com capacidade para uma multidão.

Olhamos com admiração paredes recobertas de placas de mármore, embora cientes do material que lá está por baixo. Iludimos os nossos próprios olhos: quando recobrimos os tectos a ouro o que fazemos senão deleitar-nos com uma mentira ? Sabemos bem que por baixo desse ouro se oculta reles madeira! Mas não são só as paredes ou os tectos que se recobrem de uma ligeira camada: também a felicidade destes aparentes grandes da nossa sociedade é uma felicidade «dourada»!

Observa atentamente, e verás a corrupção que se esconde sob essa leve capa de dignidade. Desde que o dinheiro (que tanto atrai a atenção de inúmeros magistrados e juízes e tantos mesmo promove a magistrados e juízes!...), desde que o dinheiro, digo, começou a merecer honras, a honra autêntica começou a perder terreno; alternadamente vendedores ou objectos postos à venda, habitua-mo-nos a perguntar pela quantidade, e não pela qualidade das coisas. Somos boas pessoas por interesse, somos bandidos por interesse, praticamos a moralidade enquanto dela esperamos tirar lucro, sempre prontos a inverter a marcha se pensamos que o crime pode ser mais rendível.

Os nossos pais habituaram-nos a dar valor ao ouro e à prata, e a cupidez que assim nos foi instilada ganhou raízes e foi crescendo connosco. Toda a gente, ao fim e ao cabo tão díspar em tudo o mais, está de pleno acordo quanto ao «vil metal»: só a ele aspira, só a ele deseja para os seus, e é ele a coisa mais preciosa que encontra para oferecer aos deuses em acção de graças! A moralidade pública degradou-se a tal ponto que a pobreza é objecto de maldição e causa de opróbrio, desprezada pelos ricos e odiosa aos pobres.

Séneca, in 'Cartas a Lucílio'

MusicBox: Indians – Somewhere Else

Indians é o projeto a solo do dinamarquês Søren Løkke Juul, um novo nome do cenário musical indie que nos chega das frias terras escandinavas, mas disposto a dar um pouco mais de cor e alegria sonora aos nossos dias. Somewhere Else é o disco de estreia deste projeto, lançado a vinte e oito de janeiro, pela conceituada 4AD.


Em Somehwere Else o músico oferece-nos uma mistura harmoniosa e branda que irá agradar os ouvidos de fãs de sons mais delicados e carregados de sentimentos, nomeadamente aqueles que apreciam nomes tão conceituados como Bon Iver ou mesmo os The Shins.

O músico manuseia detalhes sonoros típicos da folk e também de sonoridades mais clássicas, usando como principais instrumentos a viola acústica e o piano, sempre adornados, como não podia deixar de ser por estas paragens, pela eletrónica. Apesar das várias referências musicais que o influenciam, Indians consegue fazer transições suaves entre elas, o que faz de Somewhere Else um disco fluído, harmonioso e bem construído e organizado.

Um dos singles do álbum já apresentado é Cakelakers, um tema que mostra o lado mais enérgico e folk, sendo um dos pontos mais altos e animados de todo o álbum. Na vertente mais intimista, destaco Bird e o seu belo piano, New, a canção que abre o disco e Reality Sublime devido à sobreposição de ecos e reverbs, algo que confere a tal tónica etérea e eletrónica à obra. Para fechar, a canção homónima que dá nome ao disco, destaca-se pela subtileza com que varia de ritmo e tonalidade, sendo sublime a forma como varia de ritmos e a execução da explosão sonora.

A dar os primeiros passos com Somewhere Else, Indians mostra que está no caminho correto, e, mesmo ainda distante de grandes nomes, apresenta um som interessante, principalmente ao mostrar um trabalho bem feito ao lidar com diferentes referências musicais. Espero que aprecies a sugestão...


01. New
02. Bird
03. I Am Haunted
04. Magic Kids
05. Lips, Lips, Lips
06. Reality Sublime
07. Cakelakers
08. La Femme
09. Melt
10. Somewhere Else

Infografia: Dívida na zona euro

Os mais endividados da zona euro

Mixórdia de temáticas



A música da nossa vida...

Sting - Shape Of My Heart

Cinema Paraíso: Estreias da semana (Destaques)

Lincoln (2012)


Sinopse

"Lincoln" é adaptado do livro biográfico «Team of Rivals: The Political Genius of Abraham Lincoln», de Doris Kearns Goodwin, mas em vez de retratar toda a vida do presidente norte-americano centra-se apenas nos seus últimos quatro meses de vida, nomeadamente na abolição da escravatura e no fim da Guerra Civil Americana. A votação renhida na Câmara dos Representantes pela 13ª emenda, que ilegaliza a escravatura, é um dos pontos centrais do filme.

Detalhes

Ano: 2012
Género: Drama
Realização: Steven Spielberg

Intérpretes: Daniel Day-Lewis, Joseph Gordon-Levitt, Walton Goggins

Links

www.imdb.com/title/tt0443272

Trailer



Freelancers (2012)


Sinopse

Quando um oficial da Policia de Nova Iorque é assassinado em serviço, o seu filho decide inscrever-se na polícia, acabando por se associar ao antigo parceiro do seu pai e a uma equipa de polícias corruptos. Sarcone, o seu novo chefe, decide avaliar se ele tem o que é preciso através de provas e testes de lealdade, confiança e respeito. Quando a verdade sobre a morte do seu pai é revelada, ele decide vingar-se até que seja feita justiça.

Detalhes

Ano: 2012
Género: Acção, Crime, Drama
Realização: Jessy Terrero
Intérpretes: 50 Cent, Robert De Niro, Forest Whitaker, Vinnie Jones

Links

www.imdb.com/title/tt1815708

Trailer



Hansel e Gretel: Caçadores de Bruxas (2013)
Hansel & Gretel: Witch Hunters


Sinopse

Depois de terem ganho o gosto à caça às bruxas ainda em crianças, Hansel (Jeremy Renner) e Gretel (Gemma Arterton) tornam-se nos grandes vigilantes, determinados a retaliar.
Sem saberem, os dois irmãos passam agora a ser o alvo, onde terão de enfrentar um mal ainda maior que bruxas… o passado.

Detalhes

Ano: 2013
Género: Acção
Realização: Tommy Wirkola

Intérpretes: Jeremy Renner, Gemma Arterton, Peter Stormare, Famke Janssen, Thomas Kretschmann

Links
Trailer



Parker (2013)


Sinopse

Parker (Jason Statham) é um assaltante ousado, meticuloso e implacável , um especialista em planear e executar assaltos aparentemente impossíveis. Tudo o que exige à sua equipa é lealdade absoluta e estrita adesão ao plano.
Quando durante um assalto, um descuido de um membro do seu grupo coloca toda a equipa numa situação de perigo, Parker recusa entrar num novo golpe, apesar de este ser pedido pelo chefe do crime Melander (Michael Chiklis). Não estando disposto a aceitar um não como resposta, Melander ataca Parker, deixando-o como morto numa estrada deserta.
Sobrevivendo ao ataque e decidido a vingar-se, Parker segue os seus atacantes até Palm Beach, onde assume a identidade de um texano rico à procura de comprar uma casa. Lá conhece Leslie (Jennifer Lopez), uma vendedora de imóveis com problemas financeiros e um enorme conhecimento da região. Ao descobrir que o grupo de Melander pretende roubar mais de 50 milhões de dólares em joias, Parker elabora um plano para sequestrar o prémio e assim executar a sua vingança.

Detalhes

Ano: 2013
Género: Crime, Thriller
Realização: Taylor Hackford

Intérpretes: Jason Statham, Jennifer Lopez, Michael Chiklis, Nick Nolte, Owen Wilson, Luke Wilson, Patrick Wilson

Links

Bom dia...

Classe é isto...

Uma mulher ouve a campainha da sua casa tocar, ao abrir a porta dá de cara com um homem que lhe pergunta:
- A senhora tem vagina?
Assustada e indignada ela bate-lhe a porta na cara.
Na manhã seguinte, tocam a campainha, é o mesmo homem que lhe faz a mesma pergunta.
Ela furiosa bate-lhe a porta na cara novamente.
No terceiro dia repete-se a mesma cena!
Quando o marido volta do trabalho à noite, ela finalmente conta-lhe o acontecido.
Sentindo-se ultrajado ele combina com ela:
- Amor, amanhã não vou trabalhar, se esse cretino aparecer, escondo-me, tu atendes, eu então apareço e encho o sujeito de porrada!.

Na manhã seguinte, tocam a campainha e o marido, antes de se esconder, diz à mulher:
- Se for o mesmo homem, diz-lhe que sim, para sabermos o que ele vai dizer.
Ela atende, e o homem está lá de novo com a mesma pergunta:
- A senhora tem vagina?
Ela responde:
- Tenho.
- Ah..., ótimo! Então tenha a gentileza de pedir ao seu marido que pare de usar a da minha mulher e passe a usar a sua.
Bom dia e muito obrigado pela sua atenção!

Com classe é outra coisa!!!...

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

A cor do horto gráfico


Última actualização do dicionário de língua portuguesa - novas entradas:

Arbusto: Busto com um certo ar
Testículo: Texto pequeno
Abismado: Sujeito que caiu de um abismo
Pressupor: Colocar preço em alguma coisa
Biscoito: Fazer sexo duas vezes
Bigode: Duplo Deus britânico
Coitado: Pessoa vítima de coito
Padrão: Padre muito alto
Estouro: Boi que sofreu operação de mudança de sexo
Democracia: Sistema de governo do inferno
Barracão: Proíbe a entrada de caninos
Homossexual: Sabão em pó para lavar as partes íntimas
Ministério: Aparelho de som de dimensões muito reduzidas
Detergente: Acto de prender seres humanos
Eficiência: Estudo das propriedades da letra F
Conversão: Conversa prolongada
Halogéneo: Forma de cumprimentar pessoas muito inteligentes
Piano: Ano Internacional da descoberta de Pi (3,1416)
Expedidor: Mendigo que mudou de classe social
Luz solar: Sapato que emite luz por baixo
Cleptomaníaco: Mania por Eric Clapton
Tripulante: Especialista em salto triplo
Contribuir: Ir para algum lugar com vários índios
Aspirado: Carta de baralho completamente maluca
Assaltante: Um 'A' que salta
Determine: Prender a namorada do Mickey Mouse
Vidente: O que o dentista diz ao paciente
Barbicha: Bar frequentado por gays
Ortográfico: Horta feita com letras
Destilado: do lado contrário a esse
Pornográfico: O mesmo que colocar no desenho
Coordenada: Que não tem cor
Presidiário: Aquele que é preso diariamente
Ratificar: Tornar-se um rato
Violentamente: Viu com lentidão

E

Língua "perteguesa"... PORQUE O SABER NÃO OCUPA LUGAR!

Prontus
Usar o mais possível. É só dar vontade e podemos sempre soltar um 'prontus'! Fica sempre bem.

Númaro
Também com a vertente 'númbaro'. Já está na Assembleia da República uma proposta de lei para se deixar de utilizar a palavra NÚMERO, a qual está em claro desuso. Por mim, acho um bom númaro!

Pitaxio
Aperitivo da classe do 'mindoím'.

Aspergic
Medicamento português que mistura Aspegic com Aspirina

Alevantar
O acto de levantar com convicção, com o ar de 'a mim ninguém me come por parvo!... alevantei-me e fui-me embora!'.

Amandar
O acto de atirar com força: 'O guarda-redes amandou a bola para bem longe'

Assentar
O acto de sentar, só que com muita força, como fosse um tijolo a cair no cimento.

Capom
Tampa de motor de carros que quando se fecha faz POM!

Destrocar
Trocar várias vezes a mesma nota até ficarmos com a mesma.

Disvorciada
Mulher que diz por aí que se vai divorciar.

É assim...
Talvez a maior evolução da língua portuguesa. Termo que não quer dizer nada e não serve para nada. Deve ser colocado no início de qualquer frase.

Entropeçar
Tropeçar duas vezes seguidas.

Êros
Moeda alternativa ao Euro, adoptada por alguns portugueses.
Também conhecida por "aéreos"

Falastes, dissestes...
Articulação na 4ª pessoa do singular. Ex.: eu falei, tu falaste, ele falou, TU FALASTES...

Fracturação
O resultado da soma do consumo de clientes em qualquer casa comercial. Casa que não fractura... não predura.

Há-des
Verbo 'haver' na 2ª pessoa do singular: 'Eu hei-de cá vir um dia; tu há-des cá vir um dia...'

Inclusiver
Forma de expressar que percebemos de um assunto. E digo mais: eu inclusiver acho esta palavra muita gira. Também existe a variante 'Inclusivel'


A forma mais prática de articular a palavra MEU e dar um ar afro à língua portuguesa, como 'bué' ou 'maning'. Ex.: Atão mô, tudo bem?

Nha
Assim como Mô, é a forma mais prática de articular a palavra MINHA. Para quê perder tempo, não é? Fica sempre bem dizer 'Nha Mãe' e é uma poupança extraordinária.

Parteleira
Local ideal para guardar os livros de Protuguês do tempo da escola.

Perssunal
O contrário de amador. Muito utilizado por jogadores de futebol. Ex: 'Sou perssunal de futebol'. Dica: deve ser articulada de forma rápida.

Prutugal
País ao lado da Espanha. Não é a Francia.

Quaise
Também é uma palavra muito apreciada pelos nossos pseudo-intelectuais... Ainda não percebi muito bem o quer dizer, mas o problema deve ser meu.

Stander
Local de venda. A forma mais famosa é, sem dúvida, o 'stander' de automóveis. O 'stander' é um dos grandes clássicos do 'português da cromagem'...

Tipo
Juntamente com o 'É assim', faz parte das grandes evoluções da língua portuguesa. Também sem querer dizer nada, e não servindo para nada, pode ser usado quando se quiser, porque nunca está errado, nem certo. É assim... tipo, tás a ver?

Treuze
Palavras para quê? Todos nós conhecemos o númaro treuze.

A música do século XXI

Kodaline - High Hopes

Otimizadores de sistema

Os optimizadores de sistema são programas que prometem deixar o seu computador com sistema operativo Windows a funcionar à velocidade máxima de processamento que supostamente é capaz de atingir.

A teoria é a de que os programas referidos analisam o PC e localizam entradas do registo em falta, apagam os ficheiros temporários e os indesejados e fazem uma boa limpeza a todo o sistema. Mas o que costuma acontecer é até reduzirem o desempenho ao sistema operativo, porque ao funcionarem em segundo plano estão a consumir recursos da máquina. Por vezes podem aumentar bastante o tempo que o computador demora a arrancar porque muitos são carregados durante o arranque da máquina. Há assim uma ténue fronteira entre a optimização e o seu contrário.

Se tiver comprado um disco SSD (Solid State Drive), um tipo de disco rígido que, por usar memória Flash em vez de pratos magnéticos, consegue acelerar o funcionamento do Windows muito mais que qualquer limpeza de registo ou RAM consegue, o software para optimizar o sistema torna-se um pouco irrelevante. Mas há casos em que um SSD está fora do alcance da carteira, ou simplesmente não é prático. Aí, um programa de optimização poderá ajudar.

Para este artigo testámos cinco dos programas de optimização mais populares.

Fazer um teste deste tipo é moroso porque, para cada programa, tem de se repor o sistema completamente, simular a utilização, instalar o programa de optimização e ver a diferença. Mas ficámos com uma boa ideia do que pode estar à espera num optimizador e quais são os melhores.

Ashampoo WinOptimizer 9


Funcionalidades principais

Limpeza do registo, vigilância da saúde do disco rígido, limpeza do sistema, aceleração do PC, personalização do Windows, recuperação de dados

Encontrámos exemplos de comandos mal traduzidos e mal escritos, que deram imediatamente mau aspecto ao Ashampoo WinOptimizer. Foi também uma indicação de como estava mal concebido.

A interface desarrumada tem um resumo do hardware e das definições do sistema. Tem também categorias de manutenção e velocímetros para a CPU e a RAM. Aqui, tem definições opcionais que se podem activar ou não, como o LiveTuner e o Hibernation File. Sem qualquer explicação sobre para que servem estas opções.

Ao ligar o Tuning Assistant o programa mostra-lhe uma série imensa de perguntas. As pessoas mais familiarizadas com o Windows conseguirão responder a este interrogatório com alguma facilidade. Os principiantes vão achar muitas perguntas confusas. Como esta: “Usa o estado de hibernação do Windows?”

Baseando-se nas suas respostas, o WinOptimizer vai aplicando as suas correcções. Aqui o programa portou-se bem, numa opção para ajustar o polling de USB. O Windows procura ligações USB a cada milissegundo. Para poupar energia, o WinOptimizer pode reduzir essa frequência para de cinco em cinco milissegundos.

Apesar de tudo, o WinOptimizer conseguiu algo de bom. Foi o terceiro lugar no teste de tempo de arranque do Windows. O Half-Life 2 não arrancou tão depressa, mas o arranque do LibreOffice foi um dos melhores. Este software trará mais vantagens aos utilizadores de Office e da Internet do que aos amantes de jogos. Uma boa classificação no Peacekeeper confirmou esta conclusão.

Contacto: www.ashampoo.com
Preço: €39,99



Iolo System Mechanic 10.7


Funcionalidades principais

Afinação do PC, recuperação de ficheiros, cópias de segurança seguras online, remoção de CRUDD (Commonly Redundant or Unnecessary Decelerators and Destabilizers), diagnóstico e optimização de memória, ferramenta revitalizadora do registo e remoção segura de dados

A Iolo foi fundada em 1998. Tinha a grandiosa ambição de optimizar todos os PCs do mundo. É por isso o antepassado das aplicações de optimização de sistema. Segundo a empresa, é responsável por 85% das vendas de produtos de optimização nos EUA. E é de facto a empresa que criou o género. Mas os seus produtos são bons?

Parece que sim. Esta ferramenta teve resultados estrondosos em quase todos os nossos testes. O arranque do Half-Life 2 e do LibreOffice foram rápidos, e foi o melhor no benchmark de Peacekeeper. O fecho do Windows foi também muito rápido. Quanto ao arranque, aumentou um bocadinho. O programa detectou também imensos problemas no registo: 260. Foram quase quatro vezes mais que alguns dos outros.

CRUDD? O que é isso?

CRUDD quer dizer “Commonly Redundant or Unnecessary Decelerators and Destabilizers” e designa todos os programas que tentam “optimizar” o sistema. Se tiver vários instalados ao mesmo tempo todos tentam trabalhar uns em cima dos outros, acabando por tornar o sistema mais lento.

Vê-se que a empresa largou bom dinheiro e investiu bastante tempo na criação de um software bonito e de utilização fácil e intuitiva. Quando arranca, aparecem medidores indicando estimativas sobre a saúde do PC. É mostrado também um belo botão “Analyze Now”, com que pode começar imediatamente o processo de optimização. Aparece a seguir um resumo dos problemas encontrados no computador. Pode repará-los todos ao mesmo tempo ou um a um.

Tem também uma “caixa” de ferramentas para conseguir uma optimização contínua, garantindo que os problemas são resolvidos assim que aparecem. Todas as automações, como a configuração do arranque, ou a detecção de problemas de pouca memória, podem ser ligadas ou desligadas e têm explicações claras. Uma grande ajuda para os principiantes. Há mais ferramentas que fazem outros ajustes, como aceleração e revitalização do registo.

O System Mechanic mostrou ser o melhor produto deste teste, elevando o sistema operativo a níveis consideravelmente mais altos que os da instalação original.

Contacto: www.iolo.com
Preço: €39,95 (actualização durante um ano)



Piriform CCleaner


Funcionalidades principais

Limpeza de registo, limpeza de cache e dados para todos os principais browsers, ignora os logins persistentes

O Windows 7 do nosso teste levou cinquenta e quatro segundos a arrancar, depois de termos instalado o CCleaner. Um resultado fantástico. Este é o único produto gratuito do teste. Não promete uma optimização completa do sistema. Este programa limpa os ficheiros temporários de todos os browsers, arruma o registo e esvazia as áreas de armazenamento temporário do Windows. Não permanece na memória do sistema nem carrega ao mesmo tempo que o Windows. Talvez isso explique porque o arranque da máquina foi tão rápido.

O freeware tem a reputação de ter má apresentação e estar cheio de publicidade. O CCleaner é um programa arrumado e simples. Apenas nos indica os erros que encontrou e onde devemos clicar para corrigi-los. Pode escolher o que manter e o que eliminar. Pode também escolher limpar tudo menos, por exemplo, os logins dos serviços de correio electrónico.

Nos testes o CCleaner não afectou grandemente a performance do Windows. Foi o segundo pior no benchmark de Peacekeeper, e o Half-Life 2 levou um pouco mais a carregar. Pode é ter sido porque o CCleaner limpou os ficheiros temporários do cliente de jogos Steam. Coisa que mais nenhum dos programas conseguiu.

Tudo pequenos inconvenientes, comparados com o arranque de 54 segundos. Não é um programa de optimização completo, mas o que faz, fá-lo de modo excelente.

Contacto: www.piriform.com
Preço: Gratuito



Symantec Norton Utilities


Funcionalidades principais

Correcção dos problemas do Windows, recuperação de ficheiros, analisador de problemas de hardware, optimizador de registo, desfragmentador do disco rígido, apaga dados de navegação dos browsers

O programa antivírus Norton tem uma sólida reputação. Reputação essa em que as pessoas confiam. Assim, alguma dessa qualidade deve ter passado para o programa de optimização de sistema, não é?

Infelizmente não, o Utilities apenas tem os optimizadores de sistema simples. Mais nada.

Referimo-nos aqui a um módulo de limpeza do registo, um gestor de serviços, ferramentas de desfragmentação e uma ferramenta de optimização de arranque. É preciso passar por uma série de menus parecidos com páginas web e aplicar as correcções para termos uma optimização completa. O Norton tem a vantagem de aplicar as correcções exactamente quando as faz, não necessitando de reiniciar o sistema.

Aqui, o controlo é tudo ou nada. O Norton inclui dois gestores de serviços com apenas duas opções: recomendada e mínima. A escolha de qualquer uma faz aparecer uma grande lista dos serviços em execução que é possível personalizar, com muito poucas explicações ou descrições sobre o que estamos a escolher. Pode ligá-las ou desligá-las nas caixas de verificação. A maioria dos utilizadores com certeza escolherá as recomendações do Norton, pois vai parecer-lhe uma coisa muito complicada.

Com o Utilities não conseguimos grande aumento do desempenho, o tempo de arranque aumentou e tivemos maus resultados no benchmark do Half-Life 2 e do LibreOffice. Encontrou 114 problemas no registo, menos que a maioria dos outros.

O Norton Utilities já existe há muito tempo. Esta versão, no entanto, parece mais a última tentativa de recuperar uma causa há muito perdida. Hoje em dia há opções muito melhores.

Contacto: symantec-norton.com
Preço: €39,99



Systweak Advanced System Optimizer 3


Funcionalidades principais

Sistema de actualização de drivers, corrector de PC, recuperação de ficheiros, optimizador de jogos, protecção ao sistema, optimizador de disco, encriptador de ficheiros, limpeza do registo

O Advanced System Optimizer analisa o seu PC à procura de vulnerabilidades de segurança e problemas de registo e depois mostra uma caixa vermelha indicando Register Now. O utilitário encontrou 1206 problemas na nossa máquina de teste. É espantoso, nenhum outro programa indicou tantos.

Depois do registo feito, o Advanced System Optimizer fez uma análise completa à máquina e corrigiu os problemas. Criou também imensas pastas de relatórios em formato html no ambiente de trabalho, fechou o Chrome e reiniciou a máquina.

Uma programação má e invasiva não promete nada de bom em termos de aumentos significativos do desempenho. Ficámos até surpreendidos que os resultados tivessem sido ligeiramente acima da média. O arranque do Windows aumentou nove segundos, o Half-Life 2 teve a carga mais rápida de todas.

Também tem vantagens. O ASO tem o System Protector, um antivírus reduzido ao mínimo. Aqui não falaremos mais nele, porque não estamos a fazer um teste a antivírus. Mesmo assim, não o usaríamos sozinho para proteger o computador, ainda que torne o Advanced System Optimizer um programa mais respeitável.

Outra vantagem é o modo de jogo. O ASO é a única ferramenta de optimização que o tem. O jogo especificado corre num ambiente de trabalho virtual, podendo alternar entre este e o seu ambiente de trabalho normal. Suaviza os níveis de som de modo que o som do jogo não fica exagerado, e pode alterar as teclas. É uma funcionalidade útil mas que não nos tira o sabor de decepção da boca. Continua a ser um programa invasivo e maljeitoso.

Contacto: www.systweak.com
Preço: 39,95 dólares (€31,4)



Resultados

Este teste apenas demonstrou o que já sabíamos: a maioria do software de optimização não faz grande coisa pela velocidade dos PCs, apesar da publicidade. Apenas um dos produtos acelerou o arranque do Windows de maneira significativa. Depois, nenhum dos produtos mostrou bons resultados a nível global. Ou aceleravam o Half-Life 2 e desaceleravam o LibreOffice, ou vice-versa.

Mas os optimizadores do sistema não são coisa obsoleta. Para além de desfragmentar o disco e arrumar o registo, a maioria dos produtos oferece algumas ferramentas úteis, como a capacidade de alterar o polling de USB do Ashampoo. Mas, na sua função principal de optimizadores do sistema, apenas dois programas estiveram à altura:

Iolo System Mechanic

O System Mechanic da Iolo prometia muito. Desconfiámos. No entanto esteve à altura, pelo menos quanto à maioria das suas funcionalidades. É um pouco mais caro que a concorrência, mas, como dissemos, está à altura. Tem como funcionalidades adicionais o analisador de CRUDD, que elimina os programas redundantes e está licenciado para se poder usar legalmente em diversos computadores. As funções principais também se portaram muito bem, com bons resultados em tudo menos o arranque do sistema.

Piriform CCleaner

O programa de que gostámos mais, no entanto, foi o Ccleaner, da Piriform. Tem uma abordagem muito prática à sua função, o que nos agradou bastante. Não desacelerou nada o nosso sistema. E este sistema de resolver tudo usando uma vez é muito melhor que os avisos constantes a indicar que o software existe e do muito que precisamos dele. Sólido e de confiança, sendo gratuito não vai gastar dinheiro nenhum para o poder experimentar.

Experimente que o seu PC agradece!

Fonte: PC Guia

Prós e Contras

Ei-los que partem!
Programa de dia 27 de janeiro 2013


A debandada!
Jovens e menos jovens abandonam Portugal à medida que a economia se agrava.
Mais ou menos qualificados.
As consequências para o país.
Demografia.
Os custos para a segurança social e fuga de massa crítica.

1ª parte


2ª parte


Fonte: RTP

Fotografia - Curso de fotografia (9)

A música da nossa vida...

Radiohead - Karma Police

Quem se esquece do PS?


À semelhança de boa parte dos portugueses, as trapalhadas internas do PS interessam-me tanto quanto um concurso filatélico. Aliás, reconheço nem saber ao certo de que trapalhadas falamos. Parece que a impopularidade do Governo e uns pulinhos difusos nas intenções de voto convenceram o dr. Seguro de que chegara a sua hora. Parece que os herdeiros do eng. Sócrates, entusiasmados pelos mesmos peculiares motivos, querem remover o dr. Seguro e colocar alguém "confiável" no seu lugar. Parece que António Costa, cuja enorme relevância começou anteontem a ser inventada, é a escolha "natural" dos socialistas que se afirmam alternativa à austeridade. Conforme avisei, a coisa é de facto aborrecida. Excepto para um psiquiatra.

Fora do manicómio em que os políticos indígenas cirandam, os estragos causados nos últimos anos bastariam para erradicar o PS do mapa político. Dentro do manicómio, o PS não apenas se acha no direito de reclamar o retorno antecipado ao poder como julga mais provável consegui-lo na exacta versão que, de desastre em desastre, o levou a perder esse poder. O dr. Seguro, faça-se-lhe a honra, quis mostrar-se envergonhado das proezas do partido e, sem grandes resultados, tentou disfarçá-lo sob o verniz da responsabilidade. O dr. Costa não tem vergonha nenhuma e, se o pernicioso regresso aos mercados não lhe trocar as sondagens, pondera apresentar-se às massas enquanto o orgulhoso representante dos desvarios que condenaram as massas a apertos sem fim à vista. Se nada garante que tamanha extravagância vá longe, a sua mera plausibilidade é suficiente para recear a falta de memória e de juízo do bom povo.


Mesmo no futebol, que não será um universo particularmente lúcido ou vital, é difícil imaginar os sócios do Benfica ansiosos por devolver à presidência aquele fulano que costuma gravitar entre os luxos de Londres e a cadeia. Na política, porém, é teoricamente possível reabilitar com leveza o sicrano que, após reduzir uma população à penúria, experimenta, alegadamente a expensas da família e da banca, as delícias de Paris (mas não, salvo seja, a cadeia). Os apóstolos do sicrano andam desejosos de terminar o lindo serviço que iniciaram, e o próprio já é um nome "óbvio" para Belém. Um país assim dá sempre vontade de rir. Mas raramente dá vontade de habitar.

Alberto Gonçalves
Fonte: DN

Mercados

merc1

Fonte: Aventar

Bom dia...

Sobre a calçada - Autor desconhecido

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A música da nossa vida...

Dire Straits - Telegraph Road

Os golos da semana


Fonte: TV Golo

A música do século XXI

Imagine Dragons - It's Time

Sábado à Luta



Fonte: SIC

MusicBox: Nightlands - Oak Island

Nightlands é um projeto musical de Dave Hartley, baixista dos The War On Drugs, tendo-se estreado nesta aventura a solo em 2010 com Forget The Mantra. No passado dia vinte e dois de janeiro chegou aos escaparates Oak Island, o sucessor.


Oak Island começa com um convite de Dave... I'd like to invite you, For just for a little while, To a place I used to go, When I was only 17. Time And Place, o tema de abertura, serve para isso mesmo, introduzir a sonoridade nostalgica e intimista deste álbum, idealizado por um baixista e multi-instrumentista que se sente muito confortável a transmitir emoções pessoais e as qualidades e fraquezas intrínsecas à natureza humana.

Apesar de já ter cinquenta e dois anos, Dave transborda de juventude e de inocência, plasmados na forma divertida e amorosa como nos apresenta, em trinta e cinco minutos, dez temas que abarcam algum do melhor soft rock que ouvi ultimamente.

Esta sonoridade é intencionalmente algo andrógena, já que, se por um lado a tal inocência também se revê em alguns detalhes acústicos e na crueza de determinados arranjos, por outro, são inúmeros os detalhes sintéticos que não deixam de estar muito presentes. Tudo se resume à arte de conseguir uma perfeita simbiose entre estes dois mundos, certamente o maior desafio em que assenta o leme de Nightlands. So Far So Long e Other Peoples Pockets são dois temas que utilizam sons de guitarra processados digitalmente, mas também outros arranjos de cordas acústicos, asim como uma percussão eletrónica, que ganha uma cadência claramente afrobeat em Rolling Down The Hill.

Hartley é um dos executantes mais consistentes e ativos do cenário alternativo de Filadélfia e quem esperava que o baixista dos The War On Drugs fosse algo simplista nesta sua abordagem a solo, irá certamente ficar surpreendido com a extraordinária visão, alcance e ousadia musical que demonstra no segundo capítulo da saga Nightlands.


Alinhamento:

01. Time And Peace
02. So Far So Long
03. You’re My Baby
04. Nico
05. So It Goes
06. Born To Love
07. I Fell In Love With A Feeling
08. Rolling Down the Hill
09. Other Peoples Pockets
10. Looking For Rain


Lei com a reorganização administrativa do território das freguesias

Foi publicada ontem em suplemento do Diário da República, a Lei n.º 11-A/2013, que dá cumprimento à obrigação de reorganização administrativa do território das freguesias.

Infelizmente esta lei não vai de encontro aos anseios da população em geral, principalmente muitas freguesias   do interior.

Uma palavra de repúdio por esta situação, principalmente no que respeita à aldeia onde nasci, cresci e vivi durante muitos anos, à qual regresso sempre que as circunstâncias o proporcionam. Com esta Lei, Casegas vai perder a sua autonomia, o que, na minha opinião é perfeitamente lamentável!

O processo foi muito mal conduzido, sem respeitar a vontade das populações, sem respeitar a tradição e história!

Lamentável!

Estruturas nucleares das Direções-Gerais do Ministério da Educação e Ciência

Foram publicadas hoje, no Diário da República as estruturas nucleares das seguintes Direções-Gerais:
  • Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares
  • Direção-Geral da Administração Escolar
  • Direção-Geral de Planeamento e Gestão Financeira
  • Direção-Geral da Educação



Cinema Paraíso: Crítica - Zero Dark Thirty (2012)


Realizado por Kathryn Bigelow
Com Jessica Chastain, Joel Edgerton, Mark Strong

Se não soubéssemos melhor, quase poderíamos encarar este “Zero Dark Thirty” como uma sequela do oscarizado “The Hurt Locker”. Os dois filmes abordam conflitos diferentes, é certo. Mas é como se fossem duas faces da mesma moeda, já que o contexto histórico é o mesmo e Kathryn Bigelow filma a captura de Osama bin Laden com a crueza e o sentido de realismo que tantos louvores trouxeram a “The Hurt Locker”. Claro que, no entanto, há diferenças assinaláveis entre ambos. O filme de 2008 afirmava-se como um ensaio sobre a dependência que a guerra pode causar no espírito humano e possuía uma palete de cores quentes e aguerridas, com os amarelos e os laranjas da fotografia de Barry Ackroyd a inserirem-nos por completo nas terras áridas do Iraque. “Zero Dark Thirty”, por outro lado, é mais negro que carvão e assume-se como um estudo sobre a obsessão e a futilidade da guerra. As personagens de Jessica Chastain e de Jeremy Renner partilham alguns atributos nucleares, como a ausência de vida pessoal e a dedicação excessiva a um trabalho deveras invulgar. Porém, Chastain vence esse duelo particular, já que a sua personagem atinge níveis de profundidade bem mais elevados, desabrochando ultimamente como uma protagonista mais interessante e de leitura mais espinhosa. “Zero Dark Thirty” emerge assim como um filme mais completo e consistente do que “The Hurt Locker”, merecendo por inteiro as 5 nomeações para os Óscares deste ano. No entanto, curiosamente, Bigelow foi deixada de fora quando mais justificava a nomeação e o filme dificilmente sairá vencedor da cerimónia de 24 de fevereiro, apesar de se afirmar como um dos melhores até ao momento.


Desta feita, Bigelow leva-nos a acompanhar a longa caminhada de uma agente da CIA até à noite em que finalmente captura o inimigo número um da América. A película começa com a recordação dos arrepiantes eventos que marcaram o dia 11 de setembro de 2001, no sentido de contextualizar a caça ao homem que ocupa as duas horas e meia de filme. Depois disso, Maya (Jessica Chastain num registo nunca antes visto) entra em cena e não mais abandona o espectador. Apesar de ser ainda muito jovem e de possuir uma aparência frágil, Maya demonstra talentos invulgares no trabalho desenvolvido em Washington e, como prémio envenenado, vê-se prontamente destacada para o cerne da ação, onde depressa integra a equipa de investigação que trabalha em território inimigo com o intuito de descobrir o paradeiro do líder da Al-Qaeda e seus principais aliados. Os primeiros tempos revelam-se difíceis e nenhuma pista parece levar a mais e melhores informações. Contudo, numa altura em que muitos já nem pensavam em bin Laden por o considerarem um alvo inatingível, Maya tem uma epifania e descobre uma residência no Paquistão que poderá ocultar o mais precioso dos tesouros. Uma equipa de militares bem treinados forma-se então nas barbas do inimigo… e o resto é História.


“Zero Dark Thirty” assume-se claramente como um triunfo técnico e artístico. Tal como “The Hurt Locker”, é um filme pesado e de visionamento difícil, podendo não agradar a todos os públicos. Mas ao contrário de “The Hurt Locker”, nunca se torna excessivamente moroso, nunca perde o propósito de vista, nunca se torna inverosímil e nunca deixa de manter o espectador colado ao assento. É talvez o filme de guerra moderna mais bem concebido desde “Saving Private Ryan”, embora não possua sequências de batalha extraordinárias e rios de sangue a salpicarem a câmara. O realismo impera por completo do início até ao fim e as personagens jamais se tornam gratuitas ou desmioladas, dando a impressão de se estar a visionar um documentário corajoso. Bigelow põe a nu todos os seus dotes de cineasta, demonstrando sentir-se mais do que à vontade neste tipo de cenários e narrativas bélicas. A sequência final do assalto à fortaleza de Bin Laden é de um realismo excecional, usando o negrume do ambiente em redor para dar vida a uma das cenas mais tensas de 2012. Para além disso, Bigelow não hesita no momento de espetar a faca na própria América, afastando-se do moralismo barato e do patriotismo imbecil para expor os procedimentos reais de uma nação que consegue ser tão bárbara como qualquer outra em tempos de guerra fria. Talvez por isso tenha ficado de fora da corrida ao Óscar de Melhor Realizador e talvez por isso o filme esteja a ser alvo de alguns ataques ferozes por parte do público norte-americano. Mas a realidade é mesmo esta e é apenas de louvar o facto de ainda haver quem tenha a coragem de mostrar as coisas como elas são, em vez de se limitar a atirar poeira para os olhos das mentes impressionáveis.

Aliando o primor técnico a uma sensibilidade fora do comum, Bigelow filma também a sua protagonista de uma maneira que a deixa completamente vulnerável (no bom sentido), dando o papel de uma vida a Jessica Chastain e oferecendo ao grande público uma das melhores personagens do ano transato. Uma personagem que tanto consegue ser frágil como implacável. Uma personagem que tanto dá um murro na mesa quando o tempo urge como solta uma lágrima de perdição no momento mais inesperado de todos. Chastain será, porventura, a grande rival de Emmanuelle Riva na noite de 24 de fevereiro, embora a estatueta dourada não deva escapar à francesa octogenária. Resumido em poucas palavras, “Zero Dark Thirty” desponta então como um filme de visionamento obrigatório para quem desejar conhecer um pouco melhor o mundo em que vive atualmente, despindo-se de preconceitos e de patriotismos obtusos para ensaiar um estudo sobre a obsessão levada ao extremo e suas naturais consequências.

Bom dia...

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

A música do século XXI

Eels - New Alphabet

A Preguiça como Obstáculo à Liberdade

A preguiça e a cobardia são as causas por que os homens em tão grande parte, após a natureza os ter há muito libertado do controlo alheio, continuem, no entanto, de boa vontade menores durante toda a vida; e também por que a outros se torna tão fácil assumirem-se como seus tutores. É tão cómodo ser menor.

Se eu tiver um livro que tem entendimento por mim, um director espiritual que tem em minha vez consciência moral, um médico que por mim decide da dieta, etc., então não preciso de eu próprio me esforçar. Não me é forçoso pensar, quando posso simplesmente pagar; outros empreenderão por mim essa tarefa aborrecida. Porque a imensa maioria dos homens (inclusive todo o belo sexo) considera a passagem à maioridade difícil e também muito perigosa é que os tutores de boa vontade tomaram a seu cargo a superintendência deles. Depois de, primeiro, terem embrutecido os seus animais domésticos e evitado cuidadosamente que estas criaturas pacíficas ousassem dar um passo para fora da carroça em que as encerraram, mostram-lhes em seguida o perigo que as ameaça, se tentarem andar sozinhas. Ora, este perigo não é assim tão grande, pois aprenderiam por fim muito bem a andar. Só que um tal exemplo intimida e, em geral, gera pavor perante todas as tentativas ulteriores.

É, pois, difícil a cada homem desprender-se da menoridade que para ele se tomou quase uma natureza. Até lhe ganhou amor e é por agora realmente incapaz de se servir do seu próprio entendimento, porque nunca se lhe permitiu fazer uma tal tentativa. Preceitos e fórmulas, instrumentos mecânicos do uso racional ou, antes, do mau uso dos seus dons naturais são os grilhões de uma menoridade perpétua. Mesmo quem deles se soltasse só daria um salto inseguro sobre o mais pequeno fosso, porque não está habituado a este movimento livre. São, pois, muito poucos apenas os que conseguiram mediante a transformação do seu espírito arrancar-se à menoridade e iniciar então um andamento seguro.

Mas é perfeitamente possível que um público a si mesmo se esclareça. Mais ainda, é quase inevitável, se para tal lhe for dada liberdade. Com efeito, sempre haverá alguns que pensam por si, mesmo entre os tutores estabelecidos da grande massa que, após terem arrojado de si o jugo da menoridade, espalharão à sua volta o espírito de uma avaliação racional do próprio valor e da vocação de cada homem para por si mesmo pensar. Importante aqui é que o público, o qual antes fora por eles sujeito a este jugo, os obriga doravante a permanecer sob ele quando por alguns dos seus tutores, pessoalmente incapazes de qualquer ilustração, é a isso incitado. Semear preconceitos é muito pernicioso, porque acabam por se vingar dos que pessoalmente, ou os seus predecessores, foram os seus autores. Por conseguinte, um público só muito lentamente pode chegar à ilustração. Por meio de uma revolução poderá talvez levar-se a cabo a queda do despotismo pessoal e da opressão gananciosa ou dominadora, mas nunca uma verdadeira reforma do modo de pensar. Novos preconceitos, justamente como os antigos, servirão de rédeas à grande massa destituída de pensamento.

Emmanuel Kant, in 'Resposta à Pergunta: O Que é o Iluminismo?'

Biografias: Metallica


Fonte: Canal Bio

Grandiosa história universal das traquitanas



E-facturas: Vale a pena apresentar na declaração de IRS?


A partir deste ano de 2013 (ano fiscal de 2013) vai ser possível apresentar facturas em despesas com reparação e manutenção de automóveis e motociclos, restauração, alojamento, cabeleireiros e institutos de beleza. Nestes gastos, o contribuinte pode conseguir reaver 5% do IVA que foi pago.

Mas compensa? Para obter a dedução máxima de 250 euros terá de gastar mais de 26 mil euros nestes sectores e, ao mesmo tempo, não só tem de declarar as despesas no IRS, como faz, por exemplo, com as de educação, como também de contabilizar as mesmas no site das Finanças.

Cabe ao prestador do serviço, por exemplo, ao cabeleireiro enviar para a Autoridade Tributária e Aduaneira as facturas que emite, com número de contribuinte do cliente. As facturas que forem declaradas pelo cabeleireiro estarão disponíveis para consulta na página e-fatura (no Portal das Finanças).

Se o cliente quiser confirmar que a factura foi inserida, terá de fazer o login com os dados de acesso do Portal das Finanças, e consultar as facturas que estão introduzidas em seu nome. No entanto, estas não ficam disponíveis de imediato, podem demorar até 2 meses.

Se as suas facturas não tiverem sido inseridas, cabe a si registá-las, caso contrário não serão consideradas pelo Fisco para a dedução. Não se esqueça, que a máquina fiscal só aceita facturas com o número de contribuinte do cliente.

No final do ano, o Fisco irá verificar as facturas registadas no sistema, disponibilizando-as para consulta do contribuinte até ao dia 10 de Fevereiro de 2014. Se houver alguma incorrecção, por exemplo, um montante mal introduzido, o contribuinte poderá reclamar.

Além disso, tem de guardar todas as facturas que inserir durante 4 anos, pois esta é a única forma de comprovar as despesas que declarou, caso seja chamado pelas Finanças.

Quanto é que será o benefício? Por exemplo, um contribuinte que almoce fora, por 8 euros, nos 250 dias de trabalho de 2013, gastará dois mil euros no final do ano. Dos 8 euros de cada almoço, 1,50 euros correspondem ao valor do IVA. Para calcular o benefício, o Fisco fará o seguinte cálculo: multiplicar 1,50 euros por 250 dias, que dá um somatório de 375 euros. Este valor multiplicado por 5% dá um total de 18,85 euros.

Feitas as contas, com o benefício fiscal obtido, de 18,75 euros, terá direito a dois almoços "grátis" em 2014.

Fonte: iOnline

O cão e o deputado...

Será que é uma mera coincidência?

Estava eu a pensar...

O meu cão dorme em média 20 horas por dia. Ele tem toda a comida preparada para ele. Ele pode comer qualquer coisa que lhe apeteça. A comida é-lhe dada sem custos.

Vai ao veterinário uma vez ao ano, ou quando necessário e sempre que algum mal lhe aparece. E não paga nada por isso, e nada lhe é pedido!

Mora numa zona central, com boa vizinhança e numa casa que é muito maior do que ele necessita, mas não precisa limpar nada. Se ele fizer porcaria, alguém limpa!

Ele escolhe os melhores lugares do jardim ou da casa para fazer a sua soneca, e recebe essas condições completamente grátis.

Vive que nem um rei e sem que isso lhe acarrete qualquer despesa extra. Todos os seus custos são pagos por outras pessoas que tem de sair de casa para ganhar a vida todos os dias.


Eu estive a pensar sobre isto, e de repente veio-me à ideia a resposta...

P... que pariu... ... ... O meu cão é deputado!!!

Infografia: Quanto é que a troika já nos emprestou

Quanto é que a troika já nos emprestou

A música da nossa vida...

Animals - House Of The Rising Sun

Bom dia

Casal do norte, carago!

Diz ele:
- 'Amor, tu fazes-me lembrar a nebe!... Tás sempre tão fria comigo!'...
Responde ela:
- 'Pois, e tu fazes-me lembrar o neboeiro!... Sempre que bamos prá cama num se bê um caralho!!!

domingo, 27 de janeiro de 2013

Sobreviver um dia inteiro só com produtos portugueses

Só o mercado salvou as refeições do dia. Mas mesmo assim, frutas e vegetais tinham no supermercado muita concorrência de outros países.


Horas de acordar!
Da cama à cozinha são uns passos, os suficientes para chegar ao balcão e encher um copo com água. Só com metade do caudal já bebido se desvenda a primeira falha: ao fundo do copo lê-se “Made in Bulgaria”, sinal da expansão de uma gigante multinacional de produtos domésticos. Nem um minuto tinha passado e já se infringia a linha traçada para o último sábado – ficar longe de tudo o que não fosse português ou produzido em Portugal.
Na cozinha, o objectivo definido tornou óbvios os primeiros desafios. Mais que o espaço de confecção, a cozinha é um reflexo do mesmo desequilíbrio que os euros causam na balança comercial portuguesa – houve mais dinheiro gasto a comprar produtos fabricados lá fora do que nos produzidos cá dentro. Entre Janeiro e Novembro de 2011, os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram uma diferença (ou um défice, se preferir) de 9 mil milhões de euros entre exportações e importações. E isto reflecte-se no pequeno-almoço, quando o pão teve de fugir à torradeira alemã e à manteiga francesa, e o leite foi bebido sem o frio do frigorífico norte-americano ou o quente que lhe daria o microondas sul-coreano. A regra imposta riscou quase tudo o resto: fogão, forno, máquina de café ou máquina de lavar roupa. O selo estrangeiro era comum a todos, e só um nome os tornaria utilizáveis: Meireles, a única marca portuguesa fabricante de electrodomésticos.
O próximo destino é a casa de banho, onde a tarefa se complicou. A toalha e o gel de banho eram de fabrico português, mas com pouco mais se pôde contar: o champô veio do Reino Unido, e holandesas eram a pasta e a escova de dentes. A barba ficou como estava, pois a máquina de barbear era norte-americana, e em prol da higiene quebrou-se a regra com o desodorizante, de etiqueta francesa.
Foi precisamente para etiquetas e códigos de barra que surgiu o apelo de uma iniciativa germinada em conversas de café. No Verão de 2005 surgia o Movimento 560, cujo apelido de três números, ao contrário do que muitos pensam, nem sempre é sinónimo e garantia de produção nacional. “A dúvida principal é sempre saber se o 560 [primeiro trio de número no código de barras] significa que o produto é nacional, ao que tentamos sempre que possível responder que é apenas um passo”, esclareceu ao i um deles, ao lembrar a necessidade de “verificar sempre a origem”. Apesar de hoje contar com mais de 11 mil fãs na sua página de Facebook, Pedro Cavaco considerou o consumo e o apoio de marcas portuguesas “algo que devia ser intrínseco”, pois, se assim fosse, “talvez não tivéssemos de atravessar problemas tão grandes como os actuais”. “Mais do que um dever, o incentivo ao que se faz por cá é uma necessidade”, acrescentou o co-fundador da iniciativa, que deu o mote a outras, hoje mais mediáticas.
A Compro o Que É Nosso, criada em Outubro de 2006 pela Associação Empresarial de Portugal, colocou um “P” com as cores nacionais nos produtos portugueses das mais de mil empresas aderentes. Ou a Portugal Sou Eu, lançada pelo governo em Dezembro, que se propôs “aumentar a produção nacional” e “criar condições para aumentar o número de empresas com potencial para exportar”. Na altura do seu lançamento, Carlos Oliveira, secretário do Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, explicou que, “se num cabaz de compras de 100 euros de produtos importados passarem a ser comprados cinco euros de produtos” com a etiqueta da iniciativa, o impacto será de “pelo menos 700 milhões de euros anuais”.
Após o banho, a consulta ao armário é mais demorada que o habitual. As preferências estéticas são trocadas por um único critério: a busca de roupa fabricada em Portugal. A procura acaba com uma T-shirt outrora esquecida e uma velha camisola de lã, resgatada de uma loja de comércio local. Mas não foi imaculada: um par de ténis vindos do Vietname e umas calças de fabrico turco mancharam o registo. A visita matinal à cozinha resultara numa outra necessidade – a de visitar o mercado da zona em busca de almoço, face à interdição do fogão e do frigorífico. A caminho do mercado, e sem telemóvel ou relógio (de fabrico chinês), fico a saber que o dia já vai a meio pelas 12 badaladas que o sino da igreja faz ecoar nas ruas. Chegado ao destino, paro na banca de Aurora de Brito, comerciante com 60 dos seus 73 anos feitos no Mercado de Campo de Ourique. Lembra com saudade os tempos em que “as pessoas se atropelavam umas às outras” nos corredores, antes de falar com orgulho da sua banca, onde só as uvas – fora de época – destoam de uma variedade de frutas alimentadas durante todo o ano por alguns pomares situados perto de Alcobaça. Fala dos jovens, que acusa de “preguiça” e de “não saberem cozinhar”, uma de muitas queixas contra a tendência de migração de clientes para os supermercados. Num deles, a menos de 500 metros, as maçãs, espanholas e francesas, ou os alperces sul- -africanos vincam os sinais de importação na bancada reservada aos frutos e vegetais, que tinha tanto de português como de estrangeiro. Cabe às pessoas optarem. Uma opção cuja importância foi resumida por Pedro Cavaco: “Vivemos em sociedade e temos de compreender que existem preocupações e problemas que nos são comuns, e que a solução parte de um conjunto de atitudes que têm de ser partilhadas.”
O resto do dia é preenchido em casa, sem computador, internet, ou até luz artificial – candeeiros há vários, mas em todos havia lâmpadas de marca e produção estrangeira. O regresso ao passado fez- -se à luz de velas, que à falta de televisão e rádio (ambos japoneses) foram iluminando a leitura de jornais até ao jantar. A última refeição do dia faz-se fora, num restaurante perto de casa, confiando numa combinação apalavrada no dia anterior, sem direito a confirmação por telefone. A companhia aparece e a garantia é dada por quem serve: os produtos confeccionados vinham quase todos do mercado ali perto. À falta de carro ou táxi com prova de fabrico português, o regresso a casa foi pronto. Uma noite de sono depois, acordava num mundo que já não era exclusivamente português. Mas tinha regressado ao século xxi

Fonte: iOnline

A música da nossa vida...

Peter Gabriel - Steam

Live...

Dire Straits - Live At Wembley Arena (1985)

Armstrong...

Bom dia...

Quando está frio no tempo do frio

Quando está frio no tempo do frio, para mim é como se estivesse agradável,
Porque para o meu ser adequado à existência das coisas
O natural é o agradável só por ser natural.
Aceito as dificuldades da vida porque são o destino,
Como aceito o frio excessivo no alto do Inverno,
Calmamente, sem me queixar, como quem meramente aceita,
E encontra uma alegria no facto de aceitar,
No facto sublimemente científico e difícil de aceitar o natural inevitável.
Que são para mim as doenças que tenho e o mal que me acontece
Senão o Inverno da minha pessoa e da minha vida?
O Inverno irregular, cujas leis de aparecimento desconheço,
Mas que existe para mim em virtude da mesma fatalidade sublime,
Da mesma inevitável exterioridade a mim,
Que o calor da terra no alto do Verão
E o frio da terra no cimo do Inverno.
Aceito por personalidade.
Nasci sujeito como os outros a erros e a defeitos,
Mas nunca ao erro de querer compreender demais,
Nunca ao erro de querer compreender só com a inteligência.
Nunca ao defeito de exigir do Mundo
Que fosse qualquer coisa que não fosse o Mundo.

Alberto Caeiro - Poemas Inconjuntos

sábado, 26 de janeiro de 2013

Foto panorâmica de Marte

Esta é a primeira foto panorâmica de Marte:

A música do século XXI

Labrinth feat. Emeli Sandé - Beneath Your Beautiful

Documentário: História Essencial de Portugal (6)

A música da nossa vida...

Dire Straits - Brothers In Arms

Descobrir Portugal: Monsaraz



Bom dia...

Imagem intercalada 1

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Curso intensivo de Marketing

Uma Mulher, numa festa, vê um homem fascinante.
Chega-se perto dele e diz-lhe:
- Sou um fenómeno na cama!

Isto é Marketing Directo.

Uma Mulher, numa festa, vê um homem fascinante.
Uma das suas amigas chega-se perto dele e diz-lhe:
- Aquela mulher é um fenómeno na cama!

Isto é Publicidade.

Uma Mulher, numa festa, vê um homem fascinante.
Pede-lhe o número de telemóvel.
No dia seguinte ela liga-lhe e diz:
- Sou um fenómeno na cama!

Isto é Telemarketing.

Uma Mulher, numa festa, vê um homem fascinante.
Ela reconhece esse homem.
Chega-se mais perto dele, refresca a sua memória e diz-lhe:
- Lembras-te como sou fantástica na cama?

Isto é Customer Relationship Management (CRM).

Uma Mulher, numa festa, vê um homem fascinante.
Levanta-se, arranja o vestido, aproxima se dele e oferece-lhe um copo.
Diz-lhe como é bom o seu perfume, dá-lhe os parabéns pela sua boa
aparência.
Oferece-lhe um cigarro e diz-lhe:
- Sou um fenómeno na cama.

Isto é Public Relations.

Uma Mulher, numa festa, vê um homem fascinante.
Ele chega-se perto dela e diz-lhe:
- Ouvi por aí que és um fenómeno na cama.

Isto é Branding, o Poder da Marca.

Uma Mulher, numa festa, vê um homem fascinante.
Chega-se perto dele e diz-lhe:
- Sou um fenómeno na cama - E mostra-lhe um seio.

Isto é Merchandising.

Um Homem, numa festa, vê uma mulher fascinante.
Chega-se perto dela e diz-lhe:
- Sou um fenómeno na cama. Dou várias seguidas e resisto toda a noite sem parar!

Isto é Publicidade Enganosa e é punida por lei.

História da música: Pink Floyd


Não podia deixar de trazer aqui um dos grupos que mais me influenciou musicalmente, podendo-o até considerar como um grande marco de paragem na minha evolução pelo gosto musical…

Desde o seu início, enquanto pioneiros do psicadelismo nos anos 60, até se tornarem numa das maiores bandas de rock nas décadas de 70 e 80, os Pink Floyd disfrutaram sempre de enorme credibilidade. O seu ábum “The Dark Side Of The Moon”, de 1973, foi um dos discos mais vendidos de sempre (25 milhões de cópias em todo o mundo, até hoje, permanecendo um tempo recorde de 566 semanas no top 200 da revista Billboard). Mas este foi apenas um dos seus vários números um , tanto no Reino Unido como nos Estados Unidos, graças à sua fusão bem sucedida de blues, ambient e rock futurista.
Formados em 1965, na Escola de Arquitectura de Londres, pelo baixista e compositor Roger Waters, pelo baterista Nick Manson e pelo teclista Richard Wright, os Pink Floyd só começaram a construir uma reputação considerável quando o guitarrista Sid Barret a eles se juntou, um pouco mais tarde, mas ainda nesse ano. Barret, em apenas quatro anos de Pink Floyd, torna-se uma figura lendária do pop e um dos verdadeiros iconoclastas do rock n’roll, compondo o material mais psicadélico e imprevisível do grupo.
Barret deixa os Pink Floyd em 1968, devido a problemas relacionados como o consumo de drogas, depois de ter escrito a maioria das canções do álbum de estreia, “Pipper At The Gates Of Dawn”. David Gilmour é o escolhido para ocupar o lugar deixado em aberto, desenvolvendo também ele um estilo muito próprio.

Os Pink Floyd editam então alguns álbuns considerados menores e bandas sonoras no final da década de 60. Até que, em 1971, lançam “Meddle”, um trabalho evocativo das suas jams sessions, já com aquela sonoridade etérea, que viria a ser a sua imagem de marca. Na ausência de Barret, Waters torna-se o


principal compositor e as sua perícia aumenta exponencialmente. Em dois curtos anos, da sonoridade intrigrante e desfocada de “Meddle”, floresce “Dark Side Of The Moon”, a obra-prima pop mais negra da década. Incluindo clássicos como “Money” e “Time”, o álbum é um sucesso tremendo, quer a nível de crítica quer a nível comercial (pese embora haja quem o considere o disco mais cáustico de todos os tempos).

O seu trabalho seguinte foi “Wish You Were Here”, em 1975, um álbum conceptual, tocante e complexo que prestava tributo a Barret, também ele líder das tabelas, quer no Reino Unido quer nos EUA. Segue-se-lhe “Animals”, em 1977, um álbum em que Waters nos oferece a sua perspectiva sobre a sociedade moderna. “The Wall” supera todas as expectativas e é considerada por muitos como a grande “obra-prima”. Na minha opinião é mesmo o “concept-album” melhor conseguido de toda a história do Rock. Na cabeça de Waters, “The Wall” era a barreira mental que este tinha de construir entre si e os seu público quando a
banda se apresentava ao vivo. 


Os Pink Floyd levam este conceito à letra em quatro concertos, em 1980 e 1981, de produção sumptuosa, nos quais, enquanto tocam, uma gigantesca parede é erguida, pedra sobre pedra, entre o grupo e os espectadores. O álbum gera um surpreendente hit-single “Another Brick In The Wall” (com um refrão controverso que ficou célebre: “We Don’t Need No Education”) que viria a dar origem a um filme realizado por Alan Parker, e com Bob Geldof.

Em 1982, o grupo começa a desmembrar-se. Wright abandona e, no ano seguinte, depois de editarem “The Final Cut”, é a vez de Waters deixar os Pink Floyd, por conflitos com Gilmour.

Mason e Gilmour resolveram então continuar o projecto Pink Floyd, mas não sem enfrentarem problemas legais entrepostos por Waters, em 1986, que alegava deter direitos sobre o nome do grupo. A alegação provou-se infundada e, em 1987, Wright junta-se de novo à banda, editando “A Momentary Lapse Of Reason” (que entra directamente para o terceiro posto da Billboard), ao qual se seguiu uma digressão mundial gigantesca. Após a edição, em 1988, de um disco ao vivo, “Delicade Sound Of Thunder”, estão vários anos sem gravar. Até que, em 1994, lançam “The Division Bell”, composto maioritariamente por

 

Gilmour e pela sua namorada Polly Samson. O álbum chega ao primeiro lugar nos EUA, apenas duas semanas depois do seu lançamento. Depois, a banda embarca em mais uma espectacular tournée, que seria depois documentada em mais um disco campeão de vendas, “Pulse”, de 1995, onde tocam o alinhamento completo de “Dark Side Of The Moon”.

No início de 1997, surgem rumores, que se revelariam infundados, de uma nova digressão dos Pink Floyd e, com ela, a já familiar especulação de que Waters se juntaria aos seus ex-colegas. Em 2000, surge mais uma edição desta banda histórica: “Is There Anybody Out There? The Wall Live 1980-81″, uma antiga gravação ao vivo.

Foi feito um novo resumo da carreira da banda no ano seguinte, em “Echoes – The Very Best of Pink Floyd”, onde para além dos grandes êxitos do grupo foi incluído o tema “When the Tigers Broke Free”, editado pela primeira vez em formato CD.

A música da nossa vida...

Eagles - Hotel California

A eterna guerra ibérica


Portugal e Espanha sempre foram mais inimigos do que amigos. Nunca houve uma grande paixão entre portugueses e espanhóis, porque os primeiros tentam-se defender constantemente dos ataques dos segundos. A história está cheia de guerras entre os dois países vizinhos, felizmente para Portugal o poderio espanhol nunca se impôs em território nacional. Para nuestros hermanos deve ter sido um sapo muito díficil de engolir até aos dias hoje, pelo que não é de espantar que alguns espanhóis sintam inveja do sucesso dos portugueses por terras espanholas.

O que o Jornal Marca e alguns jogadores principais do Real Madrid estão a fazer ao técnico português é inaceitável. Um clube de futebol que nos últimos 5 anos venceu um campeonato ao rival de sempre tendo sido pela mão de Mourinho devia ter outro tipo de comportamento. Bem sei que a imprensa espanhola não está conectada com a direcção, mas é óbvio que tem informação sobre o que se passa dentro do balneário madridista graças às mensagens de San Iker Casillas e Sérgio Ramos.

Esta não é uma guerra por causa de uma bola de futebol, mas pelas questões históricas entre os dois países, veja-se a forma como Carlos Queiroz também foi corrido do clube. É dificil a qualquer português ter sucesso em Espanha mesmo que esteja à frente de um dos melhores clubes do Mundo.

No entanto, depois de Mourinho sair vai ser complicado ao clube madrileno vencer algum campeonato e não me admirava nada se o técnico português daqui a uns anos fosse treinar o Barcelona!

A música do século XXI

Mumford & Sons - I Will Wait

Papel vs. Digital


Sim, continuo a char que vale a pena ler um livro em papel.
Não sou fundamentalista, mas, por enquanto, cá em casa, ainda ganha o papel, embora seja utilizador de eBooks e revistas digitais.


"Um livro eletrónico ou "eBook", apaga-se ou então, qual ficheiro colecionável, arquiva-se num local como um grão de areia.
Mas um livro de papel…
Vale a pena ler um livro, folheá-lo, é uma relação mais quentinha, o cheiro das páginas irresistível!

Na montra ou no expositor dá-nos uma imagem e quando lhe pegamos e tem volume.
É quase um objecto de culto!

A semana... em Cartoons!






 


Fonte: HenriCartoon