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terça-feira, 30 de abril de 2013

A arte de evaporar: os 20 melhores "one hit wonders" dos últimos vinte anos

Conhecemo-los, sobretudo, por uma canção. Aquela canção e mais nenhuma. Lembra-se deles?

4 Non Blondes - What's Up (1993)



Collective Soul - Shine (1993)


Soul Asylum - Runaway Train (1993)


Fool's Garden - Lemon Tree (1995)


Joan Osborne - One of Us (1995) 


White Town - Your Woman (1996) 


Dodgy - Good Enough (1996) 


Cornershop - Brimful of Asha (1997) 


Chumbawamba - Tubthumping (1997) 


The Wannadies - You and Me Song (1997) 


Natalie Imbruglia - Torn (1997) 


Macy Gray - I Try (1999) 


The Vines - Get Free (2002) 


Radio 4 - Dance To The Underground (2002) 


The Darkness - I Believe in a Thing Called Love (2003) 


Electric Six - Danger! High Voltage (2003) 


The Von Bondies - C'mon C'Mon (2004) 


Gnarls Barkley - Crazy (2006) 


Peter Bjorn and John - Young Folks (2006) 


I'm From Barcelona - We're From Barcelona 


Estelle - American Boy (2008) 


Fonte: Blitz

Neste dia... na História!...

Hitler suicida-se
30 de abril 1945


O Führer Adolf Hitler suicida-se. Antes de iniciar o assalto à Europa, Hitler (1889-1945) assegurou aos seus seguidores que o Terceiro Reich duraria 1.000 anos. Doze anos depois, nas semanas prévias à libertação da Europa por parte dos aliados, Hitler retirou-se para o seu bunker por baixo da Chancelaria de Berlim enquanto o império nazi ruía.
No dia seguinte ao casamento com a sua amante, Eva Braun, o casal suicidou-se através da ingestão de cápsulas de cianeto. Dois dias depois, soldados do Exército Vermelho encontraram os restos carbonizados dos seus corpos na cratera de uma bomba.


Richard Nixon cede
30 de abril de 1974


No dia 30 de abril de 1974, o Presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, entregou as gravações que dispunha sobre o escândalo Watergate à comissão investigadora do caso.
O escândalo político chamado Watergate rebentou em 1972 e afetava diretamente o Presidente e os seus conselheiros mais próximos. A imprensa revelou que Nixon e os seus assessores não só foram responsáveis por um roubo na sede do Comité Nacional do Partido Democrata, como também estavam implicados em crimes, abusos de poder, fraudes, espionagem política, sabotagens e escutas ilegais em grande escala, entre outros delitos.
As gravações continham material secreto que o Presidente gravou na Casa Branca e que demonstravam claramente que o Chefe de Estado tinha obstruído a Justiça e tentado esconder o roubo. As gravações ficaram conhecidas como "Pistola Fumegante", e o Supremo Tribunal dos Estados Unidos obrigou-o a entregá-las.
Finalmente, Nixon apresentou a sua demissão a 9 de agosto de 1974, enquanto os outros envolvidos foram detidos.

O discurso que daria a maioria absoluta a Seguro

Portuguesas e portugueses, a partir de hoje tratar-vos-ei como pessoas normais, a começar pela forma como vos endereço. Assim, portugueses, quero que compreendam que este discurso me afastará da liderança do Partido Socialista. Será impossível manter o apoio dos meus camaradas após dizer-vos a verdade. Mas tenho que o fazer. Alguém tem que o fazer. Os que o fazem são por vós ridicularizados. A culpa é nossa, que temos uma máquina de propaganda completamente obliteradora do vosso pensamento crítico. Eu tenho que o denunciar. Sempre vos pretendemos estúpidos, susceptíveis à manipulação e prontos a votarem em nós em troca de um osso. Nem compreendeis que sóis vós quem o paga. Desculpem-me. Eu também sou responsável por isso.

Portugueses, estamos muito mal. A culpa é do nosso partido. Durante décadas tivemos um modelo de desenvolvimento económico baseado no dinheiro dos outros, através de intervenção estatal desmedida e – hoje reconheço-o – causadora de desigualdades sem par. O Partido Socialista é o maior responsável, graças aos anos de governação obtidos traindo a confiança dos eleitores. Não fomos só nós. Porém, foi-nos dada a oportunidade de governar durante mais tempo que aos outros, o que só nos permitiu fazer mais asneiras dispersas por um período de tempo maior, com acesso a quantidades de dinheiro para vós inimagináveis. Seria fácil culpar os outros partidos que governaram: eles também têm culpa. Mas depois do que fizemos, seria sempre irrelevante essa contabilidade.

O nosso último governo ultrapassou todas as marcas. Passamos de uma dívida pública em grau aceitável para o total descontrolo despesista. Fomos levados pela parvoíce clássica de investir na economia, como se Keynes tivesse escrito apenas a página que nos interessa. Hoje vemos que não causamos qualquer crescimento. Pelo contrário, teria sido menos gravoso ter queimado o dinheiro que gastamos. Pedimos desculpa a Keynes, que tanto maltratamos.

Portugueses, não temos perdão. Mas temos uma mudança de rumo, uma alternativa que – caso confiem em nós contra todas as evidências demonstradas – permitirá sairmos deste pântano que criamos. Não será fácil. Exigiremos muita compreensão da vossa parte. Implicará sacrifícios que vos farão ter saudades de 2012 e 2013. Implicará que muitos de vós perderão o emprego, perderão subsídios, perderão apoio da rede social que expandimos até à explosão.

Isto não é conversa. Tenho propostas reais. A primeira é a redução de despesa. Pretendemos reduzir 30% na despesa. Não em gorduras, não em excessos: terá que ser na massa salarial. Os vossos salários, por muito baixos que possam ser por outros padrões de vida, são excessivos para o que, como país, produzimos. Isto é particularmente verdade para a função pública, que por definição, não produz, apenas consome recursos na tentativa de providenciar um serviço. Temos que despedir funcionários públicos, com indemnizações reduzidas. Temos que reduzir o nível dos serviços, nem que isso implique uma perda de qualidade, já que a quantidade, essa é mais que evidente que não conseguimos manter. Não há outra forma.

A segunda proposta é renegociar a dívida: queremos menos tempo para a pagar. Não podemos arrastar durante décadas a situação, temos que nos livrar deste problema o mais rapidamente possível. Decerto os nossos credores estarão dispostos a negociar e com isso reduzir a taxa de juro que pagamos. Todos ganhamos com isso.

A terceira proposta é retirar as balelas da Constituição. Impor limites não só ao endividamento como à sua variação anual. Era uma Constituição bonita, poética, mas irrealista e parva. O mundo não é assim. Vocês não são assim. Eu não sou assim.

A quarta proposta é a imposição de um limite ao défice, nunca superior a 3%, que terá que balancear em 0% no período de 4 anos. Isto é aliado ao limite ao endividamento e permitirá a sustentabilidade do Estado.

A quinta proposta é a redução da carga fiscal, quer aos trabalhadores, quer às empresas. Esta redução decorrerá paralela à redução do défice, e atingirá um tecto máximo, que será o máximo permanente. Esta redução será feita em 4 anos, o dobro do tempo para a redução do défice para 0% ou menos.

Se já tivéssemos feito isto há dois, três, quatro, cinco anos, hoje não teríamos o desemprego que temos. Peço-vos que aguentem os próximos dois anos: o desemprego vai aumentar, e muito. Não temos dinheiro para vos pagar subsídios. Desculpem. Tentem o apoio familiar, as instituições de caridade e até emigrar. Não temos soluções para esses meses excepto penar. Não adianta dourar-vos a pílula. Recorram o mais possível ao comércio paralelo: vamos fechar a ASAE já amanhã. Tentem arranjar formas de vos safarem.

Valerá a pena. Mas compreendo que agora já não queiram confiar. Obrigado por me terem ouvido.

Fonte: Blasfémias

Reboques Capela

benfas a reboque

A empresa Reboques Capela, sucessora da conceituada firma Calabote, saúda os seus clientes e amigos em mais este glorioso final de temporada!

Fonte: Aventar

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Os albuns da nossa vida...

Electric Light Orchestra - Time (1981)

Neste dia... na História!...

Libertação de Dachau
29 de abril 1945


No dia 29 de Abril de 1945, as tropas norte-americanas libertaram Dachau, o primeiro campo de concentração estabelecido pelo regime nazi. Dachau foi inaugurado cinco semanas depois de Hitler se ter tornado Chanceler da Alemanha, em 1933.
O campo estava situado nos arredores da vila de Dachau, cerca de 18 quilómetros a norte de Munique. Dachau serviu de modelo a outros centros de internamento nazis e foi o primeiro a utilizar humanos como cobaias para experiências médicas. Em Dachau, cientistas nazis testaram os efeitos da congelação e das alterações da pressão atmosférica, infectaram os internados com malária e trataram-nos com drogas experimentais.
Também fizeram testes com água do mar como única água potável, entre muitas outras experiências. Cerca de 32.000 prisioneiros morreram em Dachau e na sua área de influência e muitos dos que por lá passaram iam a caminho de outros campos de extermínio. As tropas americanas que libertaram Dachau ficaram tão impressionadas pelas condições de vida do campo que executaram imediatamente 30 guardas alemães.
Após a libertação, os cidadãos da vila foram obrigados a enterrar os mais de 9.000 cadáveres encontrados no campo.

Morre Alfred Hitchcock
29 de abril de 1980


No dia 29 de abril de 1980 morreu em Los Angeles o famoso realizador, produtor e argumentista britânico Alfred Hitchcock.
Hitchcock foi autor de filmes como "Os Pássaros", "A Janela Indiscreta" ou "Psico", consideradas por muitos como obras de arte do mundo cinematográfico.
Alfred, que começou a sua carreira em 1920 fazendo os títulos de vários filmes do cinema mudo na Famous Player's Lasky, foi pouco a pouco adquirindo conhecimentos e uma paixão pelo setor cinematográfico.
Os seus filmes tinham um elevado conteúdo de suspense, mistério e terror. Durante a sua carreira, Hitchcock foi galardoado com dois Óscares e um Bafta, em 1971, em reconhecimento da sua carreira.

Um Novo Rumo ao Segundo Resgate

O discurso de encerramento do congresso do PS por parte de Tó Zé Inseguro é, conforme se esperava, repleto de retórica e das baboseiras do costume que arrancam periodicamente uma forte salva de palmas, mesmo quando afirma que com o PS “o rigor, os sacrifícios e a contenção orçamental não desaparecerão”.

As “propostas concretas” que constituiem o novo rumo a “um Portugal mais moderno, mais justo e mais solidário” (o que é que quer seja que isso signifique) são então as seguintes segundo as minhas notas – os meus comentários a itálico:
  1. Acabar com a política de austeridade – boa, Tó Zé!
  2. Parar com os cortes de 4.000 milhões – boa, Tó Zé! E substituis os cortes por?…
  3. Mais tempo para consolidação orçamental – é chato ter que fazer reformas sérias, é mais fácil adia-las indefinidamente.
  4. Renegociação das condições de ajustamento para cumprir os compromissos (mais tempo, menos juros e diferimento do pagamento de juros) – boa sorte, Tó Zé!
  5. Devolução dos lucros do BCE com os empréstimos a Portugal – boa sorte, Tó Zé; e que tal o BCE devolver o lucro mais juros?
  6. Transformar dívidas (estado + bancos) de empresas viáveis em capital – se as empresas têm assim dívidas e são viáveis, creio que devem aparecer investidores interessados (incluindo os bancos) sem ser preciso o estado andar a injectar dinheiro dos contribuintes em empresas com dívidas.
  7. Reduzir exigência de capital Core Tier 1 de 10% para 9% (dinheiro parado na economia) - boa sorte, Tó Zé; um dia ainda vais perceber a diferença entre moeda, poupança e capital.
  8. Aumentar salário mínimo + pensões mais baixas – e onde vão o estado e as empresas buscar o dinheiro?
  9. Programa de actividades (ocupação) para desempregados - sugiro cavar e tapar buracos; emprego garantido para todos.
  10. Aumento do subsídio de desemprego (mais 6 meses) – e porque não mais 12 ou 24 meses, se é para gastar dinheiro que não temos?
  11. Baixar o IVA da restauração – eu sou sempre a favor da baixa de impostos mas um bocado contra o favorecimento de sectores ou empresas específicas. A baixar, que se baixe para todos.
  12. Programa de reabilitação urbana – boa Tó Zé: gastar dinheiro dos contribuintes que não temos numa àrea de necessidade e utilidade muito duvidosa.
  13. Programa de emprego jovem – e fundos?
  14. Crédito fiscal para suprimentos dos sócios – sou sempre a favor de menos impostos, mas acho que os governos não devem promover comportamentos e preferia uma baixa generalizada do IRC.
  15. Financiar a segurança social também através de uma taxa sobre os lucros das empresas – terei ouvido bem?!?
  16. Criação de Banco de Fomento – mais um banco público? E capital? Deve o governo escolher que empresas devem receber fundos em detrimento de outras empresas?
  17. Tratamento fiscal diferenciado para lucros reinvestidos desde que criem emprego – mais uma vez, deve o governo promover comportamentos? Porque é que um investimento que não crie emprego deve ser tratado de forma diferenciada?
  18. Separação na saúde do sector público e sector privado e uso de telemedicina.
  19. Emissão de moeda por parte do BCE – ó Tó Zé, não sei se sabes mas o BCE farta-se de emitir moeda que além de corresponder a uma transferência de riqueza, resulta em inflação. Como diz o Jim Rogers “se a emissão de moeda gerasse prosperidade, o Zimbabwe seria o país mais próspero do mundo.”
  20. Mutualização da dívida (para a dívida acima de 60% do PIB) – fundo de redenção/euro-bonds – uma maneira de fazer os países mais disciplinados pagar pelos países menos indisciplinados e chamar-lhe “Solidariedade Europeia”.


Fonte: O Insurgente

sexta-feira, 26 de abril de 2013

A semana... em Cartoons!












Fonte: HenriCartoon

Cinema Paraíso: Estreias da semana (Destaques)

Homem de Ferro 3
Iron Man 3


Detalhes

Ano: 2013
Género: Comédia, Ficção Científica, Thriller
Realização: Shane Black
Intérpretes: Robert Downey Jr., Guy Pearce, Gwyneth Paltrow, Ben Kingsley, Don Cheadle, Paul Bettany, Jon Favreau, Rebecca Hall

Sinopse

Quando Stark encontra o seu mundo pessoal destruído pelas mãos do seu inimigo, embarca numa angustiante busca para encontrar os responsáveis. Esta busca irá testar constantemente a sua determinação. Encostado à parede, Stark terá de lutar sozinho, contando apenas com o seu engenho e instinto para proteger os que lhe são mais próximos. Na luta para regressar, Stark descobre a resposta à questão que secretamente o tem atormentado: o homem faz o fato ou o fato faz o homem?

Links

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Live...

Zeca Afonso - Ao Vivo no Coliseu (1983)

25 de Abril... Sempre... (2)

Boca do Inferno - Ricardo Araújo Pereira

Túnel ao fundo do túnel
Ricardo Araújo Pereira

Nem se pode dizer que a alternativa à austeridade é o caos, uma vez que a austeridade já é o caos. Desemprego galopante, espiral recessiva, legislação ilegal. O caos não tem nada para nos oferecer

Quando eu for grande quero ser teórico da austeridade. Formular teorias é difícil, sobretudo porque a realidade, muitas vezes, por falta de informação ou simples pirraça, entretém-se a desmenti-las. Com a austeridade sucede o mesmo, mas não interessa. A austeridade destaca-se, na história das ideias, por uma característica original: não tem alternativa. Até hoje, nenhum outro conjunto de ideias políticas, económicas, filosóficas ou até religiosas foi ousado a ponto de considerar que não tinha alternativa. Até as ditaduras sabem que têm alternativa, e é por isso que a rechaçam, fechando-se. A austeridade não tem alternativa, o que é um sossego. A austeridade pretende controlar o défice mas não consegue. Paciência: não há alternativa. A austeridade aprofunda a recessão e gera desemprego. Paciência: não há alternativa. A austeridade, enfim, não está a funcionar. Nada a fazer: não há alternativa. Poderia pensar-se que, dado o insucesso da austeridade, talvez devêssemos tomar outro caminho, igualmente mal sucedido, mas menos custoso. Prometíamos não abandonar o fracasso, que já percebemos ser fundamental neste processo, e continuar a falhar metas e previsões, mas de uma forma ligeiramente menos dolorosa. No entanto, isso é não perceber que a austeridade, mais do que ser o único caminho para o sucesso, é o único caminho para o falhanço. Vítor Gaspar actualizou Beckett: "Tentar de novo. Falhar de novo. Falhar pior." Cada vez pior, porque é o único falhanço possível e digno.

Nem se pode dizer que a alternativa à austeridade é o caos, uma vez que a austeridade já é o caos. Desemprego galopante, espiral recessiva, legislação ilegal. O caos não tem nada para nos oferecer. Se quisermos estabilidade política já temos, porque o Governo tem maioria absoluta. Se acharmos que a instabilidade pode ajudar a desbloquear a situação, também já existe, porque um dos partidos do Governo critica semanalmente o outro.

O nosso destino é falhar. Vamos falhar todos juntos. E sem estrebuchar. Há que educar o gosto para a beleza do falhanço colectivo. Imagine que vai ser devorado por um tigre. Fugir do tigre não vale a pena. Não seja lírico. Já lhe disseram que não há alternativa. Lutar com o tigre é inútil (recordo que não há alternativa). O melhor é ficar quieto e deixar-se devorar. E, já agora, deitar uma pitada de sal no lombo, que o tigre gosta da carne apaladada. O trabalho do Governo é tratar deste tempero. Não se preocupe com nada.

25 de Abril... Sempre...

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Esteja sempre um passo à frente do seu filho

As famílias estão cada vez mais tecnológicas. A tendência assim o dita e há um conjunto de tecnologia que é comum existir em todas as casas: são televisões modernas, computadores, consolas de jogos, tablets, smartphones, etc.

Esse conjunto de tecnologia é de extrema utilidade para os adultos, quer para trabalho ou lazer, mas são também bastante apetecíveis pelos mais pequenos. Eles começam a perceber o que podem fazer nesses dispositivos, essencialmente nos equipamentos móveis, começam a integrar-se com extrema facilidade até que chegam ao ponto de os usar autonomamente e por vezes fora do alcance visual dos pais! E isso será bom?!


É claro que é bom, desde que seja de forma controlada, quer a nível de conteúdos utilizados quer na duração de utilização.

Há regras que são praticamente do senso comum, desde sempre:
Fazer os trabalhos de casa antes de qualquer brincadeira;
Ter mecanismos de controlo parental no computador;
Definir um máximo de tempo (3~4 horas semanais) para os videojogos.

Ficam sempre regras por acrescentar, dependendo dos hábitos e disponibilidade de equipamentos em cada lar mas, desde que os dispositivos móveis se massificaram, já não é possível controlar as crianças da mesma forma!Verdade?

A transição para o “mundo móvel” ocorreu de forma tão rápida que quase não houve consciência do seu impacto nos hábitos das crianças lá em casa, onde agora passam, bastante mais frequentemente, a utilizar os dispositivos móveis de forma desmedida, mesmo que a actividade seja educativa.

O controlo parental nos dispositivos móveis é mais deficiente. O iOS (para iPhone e iPad) e o Windows Phone prevêem nativamente a possibilidade de activar algumas restrições de utilização de aplicações ou serviços. Já no Android, o sistema operativo móvel que equipa a maioria dos dispositivos, apenas o é possível fazer com recurso a aplicações de terceiros, que também são bastante boas mas exigem que sejam instaladas e configuradas (brevemente falarei disto em pormenor).

Como evitar este tipo de comportamento?

A receita é antiga: educar, ensinar a forma correcta de agir e as boas decisões a tomar.

Na verdade, é mais fácil escrever estas palavras do que as fazer valer, as crianças de hoje em dia não “vergam” de qualquer maneira, mas tudo depende se o método adoptado é ou não o correcto.


O caminho passa por adoptar algumas das seguintes práticas:
  • As crianças são expostas, cada vez mais novas, ao mesmo tipo de tecnologia dos adultos e há que preparar os dispositivos para isso. “Não há tempo para deixar para amanhã” e é sempre o momento certo de preparar as aplicações didácticas e os conteúdos de entretenimento infantil, minuciosamente, para cada estágio de desenvolvimento da criança;
  • Seja qual for a idade, configure devidamente os filtros de protecção e controlo parental de todos os dispositivos a que a criança possa ter acesso;
  • Sempre que a criança tiver acesso a um dispositivo tecnológico, faça-a entender que tal dispositivo não pertence a ela mas sim a si (ou a outra pessoa, se for o caso). Dê-lhe a entender que custou dinheiro e tem de ser preservado;
  • Restrinja a utilização do computador e dispositivos móveis a uma área comum da casa, tipicamente a sala. Assim poderá saber quando e como estão a ser utilizados.
  • Demonstre que, no início da “negociação”, confia plenamente na criança e dê-lhe a entender que essa confiança irá baixar caso sejam quebradas as regras definidas. Explique-lhe ainda que, se tal acontecer, será necessário muito tempo para que possa voltar a confiar nela como antes;
  • Se a criança já tiver mais de 13 anos e insistir para criar uma conta no Facebook, faça-o mas utilize um email seu (se for necessário, crie um só para isso e reencaminhe tudo para o seu). Dessa forma conseguirá estabelecer as regras em relação aos conteúdos a que acede e às amizades que cria;
  • Se notar alguma alteração no comportamento da criança, não espere e descubra o que se passa. Lembre-se que são os pais quem melhor conhece os seus filhos;
  • Facilite-lhe, de forma razoável, o acesso à tecnologia para que seja mantida a relação com os amigos (é essa a tendência) e para ajudar nos trabalhos de casa;
  • Deixe que a criança partilhe consigo os seus interesses, os jogos favoritos e colabore nas dificuldades. Seja paciente para a ouvir.

Todos estes conselhos são interessantes mas… servirão também para adultos?! Eu diria que, em parte, sim. Mas que tem um adulto a ver com estes conselhos??

Simples: na educação de uma criança, o exemplo parte sempre dos pais e se estiver constantemente agarrado ao smartphone ou tablets, então pode estar a incutir implicitamente a vontade da criança para utilizar tais dispositivos.

Fonte: Pplware Kids

Links Interessantes: Pplware Kids


Acabei de descobrir que o Pplware, um site de referência na divulgação das novas tecnologias, resolveu iniciar um novo site.
Este espaço será dedicado aos mais novos, mas também a pais e educadores. Aqui podem encontrar várias actividades lúdicas, educativas e informações importantes, bem como pequenos guias e dicas de segurança.
Aqui fica o link:

A música do século XXI

Daft Punk - Get Lucky

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Exportar as suas subscrições do Google Reader

O anúncio do fecho do Reader por parte da Google, feito na passada mês, veio deixar muitos utilizadores sem o local onde acediam normalmente às suas notícias e outras informações que recolhiam de outros sites.

Durante muitos anos fizeram uso deste serviço e aí foram acumulando os seus favoritos e as suas fontes de informação útil. Felizmente existem alternativas para que pudessem fazer uma escolha consciente e informada das que melhor se adaptavam e quais os seus moldes de funcionamento.

Depois de feita a escolha é hora de transportar para dentro desses novos serviços as subscrições que tinham no Reader para esses serviços. Hoje vamos ver a forma fácil de o fazer.


Todos os que foram ao longo dos anos usando o Google Reader como fonte de informação e de acesso a conteúdos que os seus sites favoritos iam publicando vêem-se agora na complicada tarefa de os passar para um serviço alternativo.

Fazer a transposição desses favoritos de forma manual e um a um pode consumir demasiado tempo e ser demasiado trabalhoso. Por outro lado com o fecho do Reader os dados dos utilizadores vão deixar de estar acessíveis e vão-se perder para sempre.

No caso da adopção de um novo serviço existe, em alguns, a possibilidade de fazer a importação de forma directa dos dados do Google Reader. Mas este processo obriga a que dêem acesso aos vossos dados Google a esses serviços, o que nem sempre é desejável ou do agrado dos utilizadores.

Para poderem contornar essa necessidade de acesso existe a possibilidade de exportarem os vossos dados da Google e importá-los directamente para os novos serviços.

A forma de o fazer é recorrendo ao Google Takeout, uma funcionalidade que a Google implementou para que os utilizadores pudessem exportar os seus dados em qualquer altura.

A Google tem vindo a adicionar a possibilidade de exportar os dados dos utilizadores dos seus serviços e um deles é o Reader.
Como exportar os dados do Google Reader?

Para exportarem os vossos dados, independentemente da utilização que lhes vão dar, apenas necessitam de aceder ao endereço www.google.com/takeout e autenticarem-se com a conta cujos dados pretendem exportar.


Uma vez dentro do Google Takeout podem ver os serviços para os quais a Google disponibiliza a exportação dos dados. Como no nosso caso pretendemos exportar apenas os dados referentes ao Google Reader, não devemos usar a primeira página, que permite a exportação de todos os dados.

Devemos usar a que se encontra acessível através do botão Chose services e aí dentro clicar no botão associado ao Reader.

Será apresentada informação sobre os dados que vamos exportar, nomeadamente o volume dos dados que estão disponíveis.


Para darem continuidade ao processo devem carregar no botão Create archive.

Vão de seguida ser transportados para uma página onde podem descarregar os dados que geraram, sendo o ficheiro disponibilizado um zip com a vossa informação arrumada em vários ficheiros json e xml.

O ficheiro XML tem as vossas subscrições e os restantes contêm a lista das restantes opções do Reader (seguidos, seguidores, notas, likes, partilhados com seguidores e marcados com estrela).

O ficheiro com os dados irá estar disponível durante 7 dias pelo que não necessitam de o descarregar de imediato.

Como importar os dados do Google Reader para outro serviço?

Uma vez que tenham o ficheiro com as vossas subscrições na vossa posse podem importá-lo para outros serviços de leitura.

As propostas foram já apresentadas. Basta que testem e escolham a que melhor se adapte às vossas necessidades.

Antes de importarem as vossas subscrições apenas necessitam de descompactar o ficheiro que descarregaram do Google Takeout e deixá-lo num local acessível no vossos disco.


Para avançarem com o processo de importação necessitam de aceder ao serviço escolhido e aí encontrar a forma de efectuar a importação dos vossos dados. O XML disponibilizado está no formato OPML, pelo que poderá ser usado de forma universal.

Naveguem depois para a localização dos ficheiros que descompactaram e escolham o ficheiro XML (subscriptions.xml). Este processo deverá ser rápido, mas depende do serviço e das filas de importação existentes.

Nos testes que fizemos foi imediato no Netvibes e no The Old Reader entrámos numa fila longa e que demoraria algumas horas a ser cumprida.


Depois de importados os dados para do Google Reader para o novo serviço apenas necessitam de se adaptar à nova interface. Os dados vão estar arrumados da mesma forma que os tinham no Reader.

Estão agora capacitados para fazer uma transição suave do Google Reader para o agregador que escolheram como substituto. Caso ainda não tenham elegido um para usarem recomendamos que vejam as propostas neste artigo.

Fonte: Pplware

Infografia: Vitaminas e minerais essenciais



sábado, 20 de abril de 2013

A Nódoa

Uma vez, há muito tempo numa terra, uma nódoa caiu num pano. O pano era dos bons pois, como sabem, é no melhor pano que cai a nódoa. Só que a nódoa também era das boas e rapidamente se percebeu que era resistente, vinha para ficar.
Dos muitos e diversificados produtos e procedimentos que foram utilizados, nada removeu a nódoa, continuou viva, brilhante e desafiadora. As pessoas começaram a ficar verdadeiramente curiosas com aquela nódoa.
Os cientistas realizaram aturadas investigações, sempre infrutíferas, nada conseguia eliminar a nódoa que, entretanto, se multiplicava.
Os criativos, na ideia de que “se não podes vencê-los, junta-te a eles”, viram uma janela de oportunidade e começaram a produzir peças e materiais com nódoas, ou seja, a nódoa virou moda. Como não podia deixar de ser, os mais abastados tinham mais nódoas, os mais pequenos começaram desde cedo a pedir nódoas aos pais e começaram os primeiros roubos de nódoas.
A classe política, como de costume, rapidamente se apropriou da nódoa, isto é, reclamou para si a ideia e origem da nódoa, bem como dos destinos da nódoa.
Sempre que se realizavam eleições todos prometiam mais e melhores nódoas. Com o tempo, as nódoas foram-se dispersando e chegando a cada vez mais gente e cada vez mais terras, até se desenvolveram alguns conflitos por causa das nódoas.
Assim se criou um mundo cheio de nódoas que todos conhecemos.

Documentário: O Evangelho Proibido de Judas - Parte I

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Cinema Paraíso: Estreias da semana (Destaques)

Dead Man Down - Um Homem a Abater
Dead Man Down


Detalhes

Ano: 2013
Género: Acção, Crime, Drama
Realização: Niels Arden Oplev
Intérpretes: Colin Farrell, Noomi Rapace, Terrence Howard

Sinopse

Victor (Colin Farrell) é o braço direito de Alphonse (Terrence Howard), o líder de uma organização criminosa que está a ser perseguido por alguém que vai matando os membros do seu gangue e lhe envia notas ameaçadoras.
Darcy (Dominic Cooper), amigo de Victor que também trabalha para Alphonse, fica obcecado em descobrir quem é o assassino, tentando assim subir na organização criminosa.
Entretanto Victor conhece Beatrice (Noomi Rapace), uma misteriosa francesa que vive com a mãe, Valentine (Isabelle Huppert), num apartamento em frente ao seu. Victor começa a sentir-se atraído por Beatrice, mas acaba por descobrir que ela não é a mulher que aparenta ser, mas sim uma vítima à procura de vingança para a qual precisa da ajuda de Victor.
Só que Victor também não é que ela esperava, mas um homem desesperado em vingar a morte da mulher e da filha. E quando estas duas pessoas, feridas e igualmente obcecadas com a procura de vingança se juntam, a química e o relacionamento intenso entre eles leva-os a executar um violento e catártico plano de vingança.

Links

www.imdb.com/title/tt2101341

Trailer



O Caçador: Último Tigre da Tasmânia
The Hunter


Detalhes

Ano: 2011
Género: Aventura, Drama, Thriller
Realização: Daniel Nettheim
Intérpretes: Willem Dafoe, Sam Neill, Morgana Davies

Sinopse

Martin David é um mercenário experiente enviado à Tasmânia para caçar um tigre que todos julgavam extinto desde os anos 30. Guiado por Jack Mindy, um guia local experiente, estabelece a sua base numa casa de campo onde habita Lucy Armstrong e os seus dois filhos, uma família cujo pai desapareceu misteriosamente. Habitualmente solitário, Martin começa a aproximar-se da família, mas à medida que esta ligação se torna mais forte, é arrastado para uma série de perigos inesperados que irão complicar a sua missão e colocar a sua vida em perigo.

Links

Facebook: Como bloquear convites de aplicações

Um dos aspectos mais incómodos que o Facebook tem, são os convites que constantemente recebemos para jogos, aplicações diversas, etc… Por norma são quase sempre as mesmas pessoas que nos enviam esses convites, e o objectivo é que angariem pontos nos seus jogos, pois ao enviarem recebem bónus e assim podem facilmente progredir no jogo.

Mas quem usa o Facebook com outros interesses, como partilha de informação, acha irritante esta funcionalidade. Vamos então aqui deixar dicas para bloquear convites dessas aplicações, bem como evitar que essas pessoas os enviem, e, se quiser jogar uma vez por outra, possibilitar que a informação do jogo seja somente exposta no seu perfil, sem incomodar os seus contactos.



Para bloquear os convites de aplicações e as próprias aplicações basta seguir estes passos:

Passo 1

Aceda às definições do seu perfil, no canto superior direito. Clique depois em definições de privacidade.


Passo 2

Clique agora em Bloquear.


Passo 3

Em baixo irá encontrar a opção bloquear convites para e poderá aqui escrever o nome das pessoas que lhe costumam enviar convites das aplicações. Uma vez colocado o nome da pessoa aqui, nunca mais irá receber convites desse contacto.


Passo 4

Depois das pessoas, resta bloquear as próprias aplicações das quais não deseja receber convite. Logo abaixo do que deixamos acima, encontra a opção Bloquear aplicações. Quando começa a escrever, o Facebook induz qual a aplicação que quer bloquear.



Agora vamos dar dicas para que, quando quiser jogar, as informações da aplicações apareçam somente no seu perfil, sem incomodar os seus amigos.

Passo 1

Continuando nas definições, clique em aplicações.


Passo 2

As aplicações que utiliza irão surgir, caso não apareçam todas, clique em baixo, em ‘mostrar todas as aplicações’. Escolha depois a aplicação e clique em editar.


Passo 3

Pode aqui escolher com quem deseja partilhar a visibilidade das actualizações da aplicação, e se quiser jogar sem dar nas vistas, escolha a opção apenas eu. Pode também partilhar com um grupo restrito de amigos.


Pode ainda escolher outras opções e ver outras informações acerca da aplicação, bem como eliminar directamente a aplicação.


Uma vez que escolhe que a aplicação somente partilha os dados no seu perfil, as informações irão surgir-lhe numa barra listada, assim como vê na figura abaixo:


E assim ficam mais umas dicas para o Facebook que, apesar de se uma rede social bastante simples e intuitiva, tem muitos truques e definições ‘escondidas’ que devem ser utilizadas para uma melhor e mais saudável utilização de todos!

Fonte: Pplware